Mosquito e Corinthians em conflito: Proposta milionária recusada

O atacante Gustavo Mosquito, do Corinthians, tornou-se o centro de uma disputa judicial que tem gerado repercussão tanto dentro quanto fora de campo. O jogador, que recentemente renovou seu contrato com o clube até junho de 2026, alegou falhas no recolhimento do FGTS e dívidas relacionadas a direitos de imagem e bônus por renovação. Isso levou Mosquito a buscar a Justiça do Trabalho, resultando na rescisão unilateral de seu contrato no dia 17 de julho.

Oferta Recusada e Futuro Incerto

Durante o processo judicial, Mosquito recebeu uma proposta de 3 milhões de euros para se transferir para um clube ainda não revelado. No entanto, o Corinthians optou por manter o jogador, recusando a oferta. Essa decisão se mostrou controversa, considerando as dificuldades financeiras enfrentadas pelo clube e a tensão nas relações com o atleta.

Consequências e Repercussões

A disputa judicial não apenas impactou a relação de Mosquito com o clube, mas também chamou a atenção de outros times, inclusive do futebol japonês, interessados em contratar o jogador. Apesar dos problemas extracampo, Mosquito continua sendo uma peça importante no esquema tático do Corinthians, evidenciado por sua participação no clássico contra o Palmeiras.

Situação Familiar e Decisão de Carreira

No meio de toda a turbulência, Gustavo Mosquito vive um momento pessoal significativo, aguardando a chegada de seu terceiro filho. Esse fator pode influenciar sua decisão de permanecer no Brasil ou considerar ofertas internacionais.

O Que Vem a Seguir?

Com o estafe do jogador aberto a negociações, o futuro de Mosquito no Corinthians permanece incerto. O clube tenta recuperar seus direitos econômicos e pode até buscar uma indenização, alegando abandono de emprego. A situação continua em evolução e será interessante observar como se desenrolará nos próximos meses, tanto no campo jurídico quanto no esportivo.

Foto: Rodrigo Coca/Ag. Corinthians

Corinthians e Gustavo Mosquito rescindem contrato

Na última quarta-feira (17), o atacante Gustavo Mosquito, do Corinthians, teve seu contrato rescindido, conforme publicado no Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A rescisão ocorreu após o jogador acionar a Justiça, alegando atrasos no pagamento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e pendências nos direitos de imagem.

Mosquito, que assumiu a titularidade do time durante a ausência de Romero, convocado pela seleção paraguaia para a Copa América, disputou 27 partidas pelo Corinthians nesta temporada. Seu último jogo foi na derrota por 2 a 0 contra o Palmeiras, pela Série A do Campeonato Brasileiro, no dia 1º de julho. Dois dias depois, ele entrou em rota de colisão com o clube, resultando na rescisão contratual.

O caso de Mosquito não é isolado. O atacante Arthur Sousa também tentou seguir o mesmo caminho, porém, ainda segue vinculado ao clube. Assim como Mosquito, Sousa alega atraso no pagamento do FGTS e pendências nos direitos de imagem. Até o momento, o Corinthians não se pronunciou oficialmente sobre a situação de ambos os jogadores.

A rescisão de Mosquito evidencia um problema recorrente no futebol brasileiro: a falta de cumprimento das obrigações contratuais pelos clubes. A situação causa insatisfação entre os atletas e pode levar a um desgaste significativo na relação entre jogadores e diretoria.

Os torcedores do Corinthians, já preocupados com o desempenho do time na Série A, agora precisam lidar com a saída de um jogador importante. Mosquito era uma peça chave na equipe, e sua saída pode afetar ainda mais o desempenho do time na temporada.

Resta agora ao Corinthians encontrar uma solução para regularizar as pendências financeiras e evitar novos conflitos com seus atletas. A expectativa é que a diretoria do clube alvinegro tome providências para evitar que situações semelhantes se repitam, garantindo assim um ambiente mais estável e focado nos resultados em campo.

Foto: Gilson Lobo/AGIF

Corinthians enfrenta impasse com rescisão de António Oliveira: Novo técnico à vista

O Corinthians está perto de anunciar o argentino Ramón Diaz como seu novo treinador, mas enfrenta dificuldades para resolver a rescisão contratual de António Oliveira. Segundo apuração do Meu Timão, a diretoria do clube ainda não chegou a um consenso com o estafe de António Oliveira sobre o pagamento da multa rescisória, que gira em torno de R$ 1,6 milhão. Esse valor corresponde a dois meses de salário de toda a comissão técnica de António, que inclui Bruno Lazaroni, Bernardo Franco, Diego Favarin e Felipe Zilio.

Histórico de Multas Rescisórias

Esse não é o primeiro problema financeiro do Corinthians relacionado a rescisões de treinadores em 2024. A primeira multa foi paga a Mano Menezes, no valor de R$ 13 milhões, que foi parcelada com garantia do contrato da EZZE Seguros. A segunda multa, de R$ 1,1 milhão, foi paga ao Cuiabá para contratar António Oliveira. Agora, a diretoria busca evitar mais um impacto financeiro significativo com a saída de António.

Situação de Ramón Diaz

Enquanto o Corinthians lida com a rescisão de António, a situação de Ramón Diaz também apresenta complicações. O argentino ainda está registrado no BID da CBF como treinador do Vasco, apesar de o clube carioca ter dado seguimento à rescisão trabalhista. Há divergências sobre a possibilidade de o Corinthians inscrever Ramón Diaz na CBF enquanto ele ainda está registrado pelo Vasco. Alguns especialistas em direito desportivo afirmam ser necessário resolver essa questão antes de qualquer nova inscrição.

Impacto no Campeonato

A regra de “sai um, entra outro” aplica-se apenas ao Campeonato Paulista, permitindo que o Corinthians inscreva Ramón Diaz mesmo com António Oliveira ainda no BID. Contudo, a falta de uma rescisão federativa para Ramón Diaz com o Vasco pode atrasar sua inscrição e estreia pelo Corinthians. Além disso, Ramón ainda pode levar o Vasco à Justiça, alegando ter sido demitido e buscando uma compensação financeira.

Expectativas e Próximos Passos

Os torcedores do Corinthians aguardam ansiosamente a resolução dessas questões para que o clube possa seguir em frente com um novo técnico. A diretoria precisa agilizar as negociações para evitar mais problemas e garantir que a equipe esteja preparada para os desafios futuros.