Augusto Melo (2024 – Atual) Augusto Melo assumiu a presidência do Corinthians em 2024 com a promessa de renovar o clube e melhorar sua situação financeira. Com um perfil focado em transparência e eficiência, Melo tem se esforçado para implementar políticas de gestão financeira mais rigorosas e atrair novos investimentos para o clube. Seu mandato ainda está em andamento, mas já se nota uma tentativa de profissionalizar a gestão do Corinthians.
Rodrigo Coca / Agência Corinthians
Contribuições:
Implementação de uma gestão financeira mais rigorosa.
Foco em transparência e eficiência.
Atração de novos investimentos.
Duilio Monteiro Alves (2021 – 2023) Duilio Monteiro Alves, presidente do Corinthians de 2021 a 2023, é conhecido por sua abordagem conciliadora e por tentar equilibrar as finanças do clube em um período de crise. Durante sua gestão, Duilio trabalhou para reduzir a dívida do clube e tentou manter a competitividade do time, apesar das limitações financeiras.
Gazeta Press
Contribuições:
Redução da dívida do clube.
Manutenção da competitividade do time.
Abordagem conciliadora.
Andrés Sanchez (2018 – 2020) Andrés Sanchez teve seu segundo mandato como presidente do Corinthians de 2018 a 2020. Ele é uma figura polêmica, mas também é creditado por várias conquistas importantes para o clube. Durante seu mandato, Sanchez se concentrou em melhorar as infraestruturas do clube e fortalecer a marca Corinthians tanto no Brasil quanto internacionalmente.
Reprodução X
Contribuições:
Melhoria das infraestruturas do clube.
Fortalecimento da marca Corinthians.
Conquistas importantes em competições.
Comparativo Simples das Gestões
Aspecto
Augusto Melo (2024 – Atual)
Duilio Monteiro Alves (2021 – 2023)
Andrés Sanchez (2018 – 2020)
Gestão Financeira
Foco em rigor e transparência
Redução de dívidas
Melhoria das infraestruturas
Competitividade
Em progresso
Mantida apesar de limitações
Conquistas importantes
Investimentos
Atração de novos investimentos
Tentativa de equilíbrio financeiro
Fortalecimento da marca
Abordagem
Transparência e eficiência
Conciliadora
Focada em infraestrutura e marca
Conclusão
Cada um dos últimos três presidentes do Corinthians trouxe uma abordagem única para a gestão do clube, enfrentando desafios diferentes e deixando suas marcas de maneiras distintas. Enquanto Augusto Melo ainda está escrevendo sua história à frente do Corinthians, Duilio Monteiro Alves e Andrés Sanchez são lembrados por suas contribuições específicas e pela forma como lidaram com as finanças e a competitividade do clube.
Em um dos períodos mais turbulentos da história recente do Corinthians, os ex-presidentes Andrés Sanchez e Duílio Monteiro Alves concederam uma entrevista exclusiva à W e falaram sobre a atual gestão presidida por Augusto Melo. Apesar de evitarem falar diretamente sobre um possível impeachment, ambos criticaram duramente o atual presidente por diversas questões administrativas e de gestão.
Andrés Sanchez, conhecido por seu papel histórico no clube, foi contundente em suas críticas. “Augusto não sabe administrar nem a casa dele, muito menos um clube do tamanho do Corinthians. É o caos total para a instituição”, afirmou Sanchez. Ele ressaltou que não pretende tomar a frente de nenhum movimento de impeachment, mas expressou sua tristeza pela situação do clube e seu desejo de ajudar quando solicitado. “Eu só estou triste pelo Corinthians e procuro ajudar naquilo que eu puder, quando sou chamado. Como eu nunca fui chamado, eu não ajudo em nada”, completou.
Duílio Monteiro Alves, outro ex-presidente, também foi firme em suas declarações. “Minha gestão foi avaliada em cima das mentiras que ele contou, do factoide da dívida que ele criou. A gestão atual apresentou gráficos feitos para mostrar os mesmos números da pior forma possível. O Augusto perdeu o grande patrocínio da Tele Sena e quase perdeu outro que eu assinei”, afirmou Duílio, destacando os problemas financeiros e de credibilidade que o clube enfrenta atualmente.
A entrevista dos dois ex-dirigentes vem em um momento crítico, onde a pressão por uma auditoria completa das contas do clube tem aumentado. Recentemente, Augusto Melo prometeu uma auditoria profunda, mas até agora, os resultados não foram divulgados publicamente. “Vocês vão saber a verdade do Corinthians de cabo a rabo com essa auditoria que nós contratamos”, prometeu Melo, mas a falta de transparência continua sendo um ponto de tensão.
A crise financeira é um dos principais problemas do Corinthians, com uma dívida que muitos estimam em torno de R$ 2 bilhões. A falta de recursos impacta diretamente a capacidade do clube de contratar novos jogadores e manter seus compromissos financeiros em dia. “O dinheiro é o problema pro Corinthians. Há atrasos, não consegue contratar, e quando contrata, contrata errado”, criticou Mauro César Pereira durante o programa.
A guerra política dentro do clube também é acirrada. A antiga gestão, que agora é oposição, tem um grande interesse em jogar lenha na fogueira e aumentar a pressão sobre Augusto Melo. “Nos últimos 150 dias, a nova gestão fez inúmeras lambanças. Tem essa última do principal patrocinador que precisa ainda ser esclarecida. Tem muito cheiro de arroz queimado nisso tudo”, destacou Vanderley Nogueira.
Os problemas do Corinthians não são recentes e não foram causados apenas pela gestão atual. As críticas de Sánchez e Duílio refletem uma sequência de administrações problemáticas que levaram o clube à situação atual. “O Corinthians precisa de gente competente que possa assumir o clube e salvá-lo. Não são essas pessoas que passaram por lá e fizeram um péssimo trabalho”, afirmou Mauro César.
Para muitos torcedores, a situação é desanimadora. A falta de títulos, a dívida crescente e a instabilidade política criam um ambiente de incerteza e frustração. “O Corinthians estava mal, mas a gestão dele foi péssima. O que não quer dizer que a atual também não seja. A atual pode ser até pior”, concluiu Bruno Prado.
A crise política e administrativa no Corinthians atingiu novos patamares nesta semana, quando figuras de destaque do clube vieram a público para expor suas divergências e frustrações. Em uma coletiva de imprensa marcada por acusações e emoções à flor da pele, o presidente Duilio Monteiro Alves acusou seu antecessor, Augusto Melo, de mentir sobre a situação financeira do clube. Ao mesmo tempo, Andrés Sanchez, ex-presidente e figura influente no Corinthians, expressou profunda tristeza com o atual estado de um dos clubes mais tradicionais do Brasil.
Contexto da crise
O Corinthians tem enfrentado uma série de desafios nos últimos anos, desde dificuldades financeiras até desempenhos inconsistentes em campo. A pandemia de COVID-19 exacerbou os problemas financeiros do clube, que já estava lutando para equilibrar as contas. Em meio a esse cenário, as tensões políticas internas se intensificaram, com figuras-chave da administração trocando acusações e divergindo sobre a melhor forma de conduzir o clube para fora da crise.
Augusto Melo, que assumiu a presidência em meio a promessas de reestruturação e transparência, deixou o cargo sob uma nuvem de críticas e controvérsias. Duilio Monteiro Alves, seu sucessor, assumiu com a difícil tarefa de estabilizar o clube e lidar com as consequências das gestões anteriores.
As acusações de Duilio Monteiro Alves
Na coletiva de imprensa realizada na última terça-feira, Duilio Monteiro Alves não poupou críticas a Augusto Melo. Segundo Duilio, Melo teria mentido sobre a real situação financeira do clube, apresentando números distorcidos e ocultando a gravidade das dívidas acumuladas. “A gestão anterior foi marcada por uma falta de transparência que agora estamos pagando o preço. Augusto Melo mentiu para os conselheiros, para a torcida e para todos que amam este clube”, declarou Duilio.
Duilio destacou que, ao assumir a presidência, encontrou um cenário muito pior do que o apresentado por Melo. Dívidas não registradas, contratos superfaturados e uma série de compromissos financeiros sem cobertura foram alguns dos problemas citados. “Precisamos ser honestos com nossa torcida. A situação é crítica, mas estamos trabalhando incansavelmente para resolver”, afirmou.
A reação de Augusto Melo
Em resposta às acusações de Duilio, Augusto Melo também convocou a imprensa para se defender. Melo negou as acusações de mentir sobre a situação financeira do clube e alegou que fez o possível para administrar o Corinthians em um momento de extrema dificuldade. “Enfrentamos uma pandemia sem precedentes, que afetou as receitas de todos os clubes. Sempre fui transparente com os conselheiros e com a torcida sobre os desafios que enfrentávamos”, afirmou Melo.
Melo acusou Duilio de tentar desviar a atenção dos problemas atuais e de não assumir a responsabilidade por sua gestão. “Fazer acusações infundadas não resolve nada. O foco deve ser encontrar soluções para o futuro do Corinthians”, acrescentou.
A tristeza de Andrés Sanchez
A coletiva de imprensa também contou com a presença de Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, que é uma figura influente e respeitada no clube. Visivelmente emocionado, Sanchez expressou sua tristeza com a situação atual do Corinthians e pediu união para superar a crise. “É doloroso ver o clube que amamos nessa situação. Precisamos deixar as diferenças de lado e trabalhar juntos pelo bem do Corinthians”, disse.
Sanchez lembrou dos momentos de glória que o Corinthians viveu sob sua gestão e apelou para que todos os envolvidos coloquem os interesses do clube acima das disputas pessoais. “Já superamos muitas adversidades no passado. Tenho certeza de que podemos fazer isso novamente, mas isso exige união e comprometimento de todos”, concluiu.
A situação financeira do Corinthians
A crise financeira do Corinthians é uma questão complexa e multifacetada. O clube acumula dívidas que superam os R$ 900 milhões, um valor que compromete seriamente sua capacidade de investimento e de manter um elenco competitivo. Os problemas financeiros são resultado de uma combinação de má gestão, investimentos arriscados e a queda nas receitas causada pela pandemia.
A atual diretoria está focada em renegociar dívidas, cortar custos e buscar novas fontes de receita para estabilizar as finanças do clube. No entanto, o caminho para a recuperação é longo e exige um planejamento rigoroso e transparente. A confiança da torcida e dos patrocinadores é fundamental para que o Corinthians consiga superar essa fase difícil.
O impacto esportivo
Os problemas financeiros e políticos do Corinthians têm um impacto direto no desempenho esportivo do clube. A falta de recursos limita a capacidade de contratar jogadores de alto nível e de manter uma equipe competitiva. Além disso, a instabilidade administrativa afeta o moral dos jogadores e da comissão técnica, que precisam lidar com a pressão e a incerteza.
O técnico Fábio Carille, que tem a difícil tarefa de comandar o time em meio a essa turbulência, destacou a importância de manter o foco e a disciplina. “Precisamos trabalhar duro e acreditar no nosso potencial. A crise fora de campo é uma realidade, mas dentro de campo precisamos dar nosso melhor em cada partida”, afirmou.
O papel da torcida
A torcida do Corinthians, conhecida por sua paixão e lealdade, tem um papel crucial na superação da crise. O apoio incondicional dos torcedores é um dos maiores ativos do clube, e manter a confiança e o engajamento da torcida é essencial. Nas redes sociais e nos estádios, os torcedores têm expressado suas opiniões e cobrado transparência e responsabilidade da diretoria.
A pressão popular é um fator que a diretoria do Corinthians não pode ignorar. Manter um diálogo aberto e honesto com a torcida é fundamental para restaurar a confiança e garantir o apoio necessário para as mudanças e reformas que precisam ser implementadas.
O futuro do Corinthians
O futuro do Corinthians depende de uma série de fatores, incluindo a capacidade da diretoria de resolver os problemas financeiros e administrativos, o desempenho do time em campo e o apoio contínuo da torcida. A crise atual é um desafio significativo, mas também pode ser uma oportunidade para o clube se reinventar e fortalecer suas bases.
A transparência, a responsabilidade e a união são os pilares que podem levar o Corinthians a um novo ciclo de sucesso. A superação da crise exige um esforço coletivo e comprometimento de todos os envolvidos, desde a diretoria até os torcedores.
Quando Andrés Sanchez, em seu primeiro mandato como presidente do Corinthians, anunciou a construção do estádio do clube em 1º de setembro de 2010, afirmou que a obra custaria R$ 335 milhões. No ano seguinte, a arena em Itaquera, na zona leste de São Paulo, foi anunciada como o local da abertura da Copa do Mundo de 2014. Na época da inauguração do campeonato, o preço final da obra havia saltado para R$ 985 milhões (R$ 1,9 bilhão em valores corrigidos), bem acima do custo original.
Aumento dos Custos Parte desse aumento é atribuída às estruturas provisórias que o estádio teve durante o Mundial, como as arquibancadas temporárias que aumentavam a capacidade de 48 mil para 64 mil lugares. O Corinthians não jogou no local antes da remoção dessas estruturas.
Dívida e Disputas Internas Durante anos, o cálculo exato da dívida pela nova arena foi motivo de disputas internas no Parque São Jorge. Em 2019, uma comissão do Conselho Deliberativo apontou que o clube devia R$ 1,03 bilhão à Odebrecht, construtora responsável pela obra, além do financiamento com a Caixa Econômica Federal. Andrés Sanchez contestou esse valor, alegando que partes da obra não foram concluídas e que o clube havia repassado cerca de R$ 380 milhões à Odebrecht por meio de CIDs (Certificado de Incentivo ao Desenvolvimento). Em setembro daquele ano, a Odebrecht e o Corinthians anunciaram um acordo para encerrar a dívida, com o clube concordando em pagar R$ 160 milhões.
Estrutura Financeira do Projeto O projeto original do estádio era de autofinanciamento. A Odebrecht pagaria pela obra com seus recursos e recuperaria o dinheiro com receitas geradas pela arena. O financiamento incluía um empréstimo da Caixa no valor de R$ 400 milhões e os CIDs cedidos pela prefeitura, estimados em R$ 420 milhões. Receitas da exploração comercial da arena, como a venda dos “naming rights”, eram esperadas para ajudar no pagamento da dívida, mas a demora para concretizar essas vendas inflacionou a dívida com a Caixa.
Dívida Atual De acordo com um relatório da consultoria EY divulgado no final de maio, o clube ainda deve R$ 703 milhões à Caixa. A dívida é reajustada pelo CDI (Certificado de Depósito Interbancário) mais 2% ao ano. Em 2023, o clube começou a pagar apenas os juros do financiamento, com o valor principal começando a ser quitado a partir de 2025. O Corinthians tem até 2041 para quitar o débito.
Impacto na Saúde Financeira do Clube A dívida bilionária impacta significativamente a saúde financeira do Corinthians. O clube estima que já tenha pago R$ 265 milhões ao banco estatal. A consultoria EY aponta que, ao somar essa dívida com outras, o montante total é de R$ 1,58 bilhão, fazendo do Corinthians o clube mais endividado do país. A diretoria atual considera a quitação dessa dívida essencial para liberar receitas da arena e melhorar a situação financeira do clube.
Publicado em 3 de dezembro de 2022
por Apito Final
O portal Metrópoles, na coluna de Léo Dias, informa neste sábado (03) que Andrés Sanchez será o próximo presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
A publicação ainda afirma que Sanchez vai assumir o cargo no lugar de Ednaldo Rodrigues, atual presidente, a partir de janeiro de 2023.
“A notícia veio direto do Catar. E a fonte é quente!”, diz trecho da publicação.
Através do Twitter, o ex-presidente corinthiano Andrés Sanchez se manifestou e afirmou que a informação de Léo Dias é “mentirosa”.
“Sobre a notícia do Léo dias: não condiz com a verdade! Todos que estão no futebol temos que apoiar as mudanças e a gestão do presidente Ednaldo Rodrigues que está melhorando é muito a imagem do futebol brasileiro, portanto essa notícia é mais umas da loucuras de algum repórter”, escreveu.
Sobre a notícia do Léo dias não condiz com a verdade todos que estão no futebol temos que apoiar as mudanças e a gestão do presidemte Ednaldo Rodrigues que está melhorando é muito a imagem do futebol brasileiro por tanto essa notícia é mais umas da loucuras de algum repórter