Análise: O que o Athletico precisa para convencer e se fortalecer. Está tudo errado?

Falcão no Athletico em partida contra o Andraus no Paranaense 2025

O Athletico venceu o Andraus por 3 a 1 na sétima rodada do Campeonato Paranaense, mas a vitória não convenceu. Mais do que celebrar os três pontos, o jogo deixou um gosto amargo e levantou questionamentos sobre o desempenho do time comandado por Maurício Barbieri. Apesar do placar favorável, o Furacão mostrou fragilidades que, se não corrigidas, podem comprometer a campanha na competição e, principalmente, na Série B do Campeonato Brasileiro, onde o clube busca o acesso.

O jogo começou com um gol rápido do Athletico, o que poderia sugerir uma partida tranquila. No entanto, o que se viu foi um time que pareceu acomodado, sem a intensidade necessária para dominar um adversário que, tecnicamente, está longe de ser um dos melhores do Paranaense. O Andraus, que não ganhou nenhuma partida no campeonato, cresceu no jogo e pressionou o Athletico, expondo falhas na saída de bola, na construção de jogadas e diminui o placar ainda no primeiro tempo.

O segundo gol do Athletico, marcado no final do primeiro tempo, veio em um lance isolado, que após um lançamento a bola sobra com Luiz Fernando que vê o buraco na defesa e chuta pro gol. O terceiro gol, já no segundo tempo, foi fruto de uma jogada bem construída, mas que não refletiu a atuação do time como um todo.

Falta de intensidade e problemas táticos

O que mais preocupa não é o resultado em si, mas a maneira como o Athletico alcançou essa vitória. O time mostrou dificuldades para lidar com a pressão do Andraus, um adversário que, em tese, deveria ser dominado com mais facilidade. A saída de bola, que deveria ser um ponto forte do time de Barbieri, foi inconsistente. Em alguns momentos, o Athletico conseguiu quebrar a primeira linha de pressão, mas, na maior parte do jogo, o time pareceu perdido, sem ideias claras para avançar no campo adversário.

Outro ponto que chama a atenção é a falta de intensidade. O Athletico pareceu jogar em um ritmo abaixo do necessário, como se a vitória estivesse garantida após o gol inicial. Essa postura é preocupante, especialmente em um campeonato estadual, onde a competitividade deveria ser maior. O Andraus, mesmo com um elenco limitado, mostrou mais garra e disposição em vários momentos da partida.

Barbieri e o desafio de reconstruir o Athletico

É importante lembrar que Maurício Barbieri está há apenas um mês no comando do Athletico e já enfrentou sete jogos nesse período. O treinador ainda está conhecendo o elenco e tentando implementar suas ideias, mas o tempo é curto. O desmanche sofrido pelo clube no último ano, com a saída de 24 jogadores, dificulta ainda mais o trabalho. A chegada de 12 reforços não foi suficiente para repor as peças perdidas, e o time ainda carece de um zagueiro experiente, um volante de qualidade e um ponta veloz.

Barbieri tem mostrado um caminho, com um time que busca ser intenso e elétrico, mas ainda há muito a ser ajustado. A criação de chances tem sido positiva em alguns jogos, mas a falta de eficiência e a dificuldade em lidar com times que pressionam mais alto são problemas que precisam ser resolvidos. Além disso, a defesa tem sido vulnerável em bolas paradas, um ponto que precisa de atenção imediata.

A paciência como aliada

Apesar das críticas, é preciso ter calma. O trabalho de Barbieri ainda está no início, e cobrar resultados imediatos pode ser injusto. O Athletico precisa de tempo para evoluir e encontrar a consistência necessária para brigar pelo acesso à Série A. A direção do clube também tem sua parcela de responsabilidade, já que o mercado de transferências ainda não foi explorado como deveria. Contratações estratégicas são essenciais para dar mais qualidade ao elenco e permitir que o treinador execute seu projeto com mais tranquilidade.

A vitória sobre o Andraus, mesmo que culposa, mantém o Athletico na briga pelo título do Paranaense. No entanto, o que importa agora não é o resultado em si, mas a evolução do time dentro de campo. O caminho é longo, e o torcedor precisa ter paciência. O ano de 2025 não pode repetir os erros de 2024, e a continuidade do trabalho de Barbieri pode ser a chave para um futuro mais promissor. Mas, para isso, é preciso mais do que palavras de apoio: é necessário respaldo no mercado e tempo para que as ideias do treinador floresçam.

Lucas Esquivel deve deixar o Athletico-PR e já tem data para assinar River Plate

Lucas Esquivel no Athletico Paranaense em 2024

As negociações entre Athletico-PR e River Plate pelo lateral-esquerdo Lucas Esquivel avançaram significativamente neste sábado (1º). O jogador foi cortado de última hora da lista de relacionados para o jogo contra o Andraus, marcado para este domingo (2), pela sétima rodada do Campeonato Paranaense. A transferência foi acertada após o River Plate aceitar pagar 5 milhões de dólares (cerca de R$ 29 milhões) à vista pelos 80% dos direitos econômicos do atleta. Esquivel deve viajar para Buenos Aires na quarta-feira (5) para assinar o contrato com o clube argentino.

Como o River Plate pode contratar mesmo com a janela fechada?

Uma dúvida comum entre os torcedores é: como o River Plate pode contratar jogadores se a janela de transferências argentina já está fechada? A explicação é simples. A janela por lá encerrou no dia 31 de janeiro, mas clubes argentinos que venderam atletas para o exterior têm até 12 de março para realizar novas contratações de fora do país. Essa regra permitiu que o River continuasse ativo no mercado, mesmo após o fechamento oficial.

Milionários liberam jogadores e ganham espaço para negociações

Na sexta-feira (31), o River Plate já havia liberado dois jogadores: o atacante Pablo Solari, que seguiu para a Rússia, e o lateral-esquerdo Agustín Sant’anna, que foi para o Bragantino. Essas saídas abriram espaço financeiro e deram mais tempo para o clube argentino negociar a chegada de Esquivel.

Negociações detalhadas e pagamento à vista

As tratativas entre Athletico-PR e River Plate foram concluídas após o clube argentino aceitar as condições impostas pelo presidente do Furacão, Mário Celso Petraglia. Inicialmente, o Athletico pedia 8 milhões de dólares pelos 80% dos direitos de Esquivel, mas reduziu o valor para 5 milhões de dólares, desde que o pagamento fosse feito em parcela única. O River Plate chegou a oferecer o meio-campista Tomás Galván como parte do acordo, mas Petraglia recusou a proposta e manteve a exigência do pagamento à vista, que foi finalmente aceito.

O que isso significa para o Athletico-PR?

A saída de Esquivel representa uma movimentação estratégica para o Athletico-PR, que conseguiu um valor significativo por um jogador que não estava mais no planejamento do clube. Agora, o Furacão pode reinvestir o valor recebido em novas contratações ou reforçar outras áreas do elenco.

Barbieri é sincero sobre falhas do Athletico: “Precisamos trabalhar”

Barbieri no Athletico em Entrevista Coletiva em 2024 no Campeonato Paranaense

Em meio a críticas e elogios, o técnico Maurício Barbieri avaliou o momento do Athletico após a vitória sobre o Andraus, que interrompeu uma sequência de quatro jogos sem vencer no Campeonato Paranaense. Apesar do triunfo, o desempenho defensivo do Furacão segue sendo um ponto de preocupação, especialmente em bolas paradas, setor que tem sido um “ponto sensível” desde o ano passado.

Barbieri, que assumiu o comando técnico recentemente, reconheceu as falhas da equipe, mas destacou o compromisso e o trabalho do grupo. “Estou muito seguro do processo que a equipe vem construindo. Uma das coisas que faltou na última temporada foi espírito, dedicação e competir em todos os jogos, do começo ao final. Disso, ninguém pode reclamar deste grupo agora”, afirmou o treinador.

O Athletico vem enfrentando dificuldades defensivas, tendo sofrido gols em seis dos sete jogos disputados nesta temporada. Barbieri ressaltou que o problema não é exclusivo da linha de defesa, mas envolve todo o time. “A questão da bola aérea não é de responsabilidade só de um jogador ou setor. Envolve posicionamento, agressividade e uma série de situações que precisamos trabalhar”, explicou.

Indefinição na zaga e expectativa por reforços

Outro desafio para o técnico é a definição da dupla de zaga. Atualmente, Barbieri tem alternado entre Lucas Belezi e Matheus Felipe, enquanto Léo Pelé é o único fixo na defesa. A torcida tem criticado as oscilações de Belezi e Matheus Felipe, mas o treinador defendeu os jogadores e afirmou que ambos estão em avaliação. “Neste momento, estou observando os dois e vendo como se comportam em diferentes contextos. A decisão de quem será titular dependerá do cenário”, disse.

A expectativa é que o Athletico anuncie em breve a contratação de um zagueiro experiente para reforçar a defesa, que tem sido um dos principais problemas da equipe nesta temporada.

Foco no mata-mata e no processo de reconstrução

Apesar das dificuldades, Barbieri pede paciência à torcida e reforça que o Athletico está em um processo de reconstrução. “O torcedor precisa entender que estamos em fase de construção, com saídas e chegadas. O resultado nos dá equilíbrio para pensar nas fases finais, que são as mais importantes”, completou.

O próximo desafio do Furacão será contra o São Joseense, lanterna do Campeonato Paranaense. O jogo está marcado para quinta-feira (6), às 20h, na Ligga Arena, em Curitiba. A equipe busca consolidar a melhoria no rendimento e se preparar para o mata-mata do estadual, onde Barbieri espera ver um desempenho superior ao atual.

Michel Bastos revela episódio de tapa com Petraglia: “Fiquei louco com ele”

O ex-jogador Michel Bastos, comentarista esportivo da CNN Brasil, revelou um episódio conturbado que viveu com Mario Celso Petraglia, presidente do Athletico-PR, durante sua passagem pelo clube. A história, contada no programa Domingol, expõe um lado polêmico do dirigente paranaense.

Segundo Michel Bastos, o incidente ocorreu quando ele estava se recuperando de uma lesão no joelho. Petraglia havia determinado que os jogadores lesionados deveriam permanecer no centro de treinamento por uma semana, sem ir para casa. O ex-atleta, então namorando sua atual esposa, decidiu sair para almoçar em casa, contrariando as ordens.

Confronto no CT do Athletico-PR

Após uma discussão com o médico do clube, Michel foi chamado para uma conversa com Petraglia na sala Araucária do CT do Caju. O ex-jogador relata: “Ele tava sentado lá na ponta da mesa. Aí me falam assim: ‘Senta aqui nessa ponta’. Então eu estou longe dele”, declarou.

“A hora que ele terminou a ligação, desligou e veio. ‘Você nunca mais joga futebol na vida. Quem é você pra falar merda pra um funcionário de Mario Celso Petraglia? Você nunca mais vai jogar bola.’ E me deu um tapinha na cabeça”, contou Bastos sobre o momento de tensão.

“Aí eu fiquei louco, moleque, revoltado”. O ex-atleta afirma que quis partir para cima do dirigente do Athletico-PR, mas foi contido por um fisiologista presente na sala.

Desfecho surpreendente

Apesar do confronto, a história teve um desfecho inesperado. Cerca de dez dias depois, Michel Bastos recebeu uma proposta para jogar na França. Ao assinar os documentos para sua transferência no escritório de Petraglia, o jogador ficou surpreso com a atitude do presidente: “Ele vem falar comigo, parece que nada aconteceu”.

O ex-jogador concluiu a história com uma revelação ainda mais surpreendente: “Fui embora. Quando eu estou lá na França já, ele vai numa rádio e fala que eu que dei o pedala (tapa) na cabeça dele, por isso que me vendeu”.

Michel Bastos defendeu o Athletico-PR no Campeonato Brasileiro de 2003, foi emprestado para Grêmio e Figueirense pelo clube paranaense, e saiu em 2006 rumo ao Lille, da França.

Maurício Barbieri culpa gramado da Vila Capanema ao comparar Athletico ao Andraus

Maurício Barbieri em entrevista coletiva pelo Athletico Paranaense durante o campeonato paranaense 2025

O técnico Maurício Barbieri não poupou críticas ao gramado da Vila Capanema após a vitória do Athletico-PR por 3 a 1 contra o Andraus, neste domingo (2). Mesmo com a vitória, o Athletico continua sendo criticado pelo mal desempenho, levando em consideração que Andraus é um time semiprofissional e foi derrotado com facilidade em todos os outros jogos.

Durante a entrevista coletiva, o treinador destacou que as condições do campo prejudicaram o desempenho do Furacão e comprometeram a qualidade do jogo. Mas quem erra é a diretoria, com os mesmo erros de 2024, lucrando muito com vendas e não repondo elenco.

Segundo Barbieri, o estado do gramado impossibilitou uma análise justa da atuação do time. Ele ressaltou que, além da má qualidade da grama, um detalhe pouco perceptível de longe chamou atenção: a bola utilizada no início da partida não possuía marca visível nem gomos adequados para aderência, o que afetou ainda mais a dinâmica do jogo.

Desempenho Sob Avaliação

Apesar do resultado positivo, Barbieri reforçou que as condições do gramado dificultaram a execução da estratégia planejada. Com isso, evitou uma análise mais aprofundada sobre o rendimento dos jogadores.

O Furacão agora se prepara para os próximos desafios, enquanto a qualidade dos campos segue como um ponto de atenção para a equipe e sua comissão técnica.

Ida de Esquivel para o River Plate deve deixar grande lacuna para Barbieri resolver no Athletico

O técnico Maurício Barbieri enfrenta um grande desafio para montar a equipe do Athletico. Em menos de 24 horas, o Furacão perdeu duas opções para a lateral esquerda: Léo Derik sofreu uma lesão ligamentar no sábado (1º), enquanto Lucas Esquivel está de saída para o River Plate.

Agora, Barbieri conta apenas com Fernando para a posição, mas sua participação nas próximas partidas também é incerta. O jogador foi denunciado pela Procuradoria do Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR) devido à confusão ocorrida no clássico contra o Coritiba, o que pode resultar em uma suspensão.

Athletico avalia reforços para a lateral

Diante desse cenário, a diretoria do Athletico, comandada por Mário Celso Petraglia, precisa agir rapidamente para encontrar um substituto no mercado. A janela de transferências permanece aberta até o dia 28 de fevereiro, prazo final para reforçar o elenco.

Caso um novo jogador não seja contratado a tempo, o treinador pode recorrer a improvisações. Os zagueiros Léo Pelé e Gamarra, ambos canhotos, já atuaram na lateral e surgem como alternativas emergenciais.

Com o calendário apertado e competições importantes pela frente, o Athletico precisa definir rapidamente a melhor estratégia para suprir essa carência e manter o nível competitivo da equipe.

Alan Kardec e Luiz Fernando brilham com gols em atuação fraca do Athletico

Luiz Fernando no Athletico Paranaense em 2025

O Furacão venceu, mas ainda não convenceu. Na tarde deste domingo (2 de fevereiro), a equipe comandada por Maurício Barbieri voltou a vencer no Campeonato Paranaense ao derrotar o Andraus, na Vila Capanema, por 3 a 1.

O desempenho diante do vice-lanterna da competição, no entanto, não foi convincente, tanto que o time chegou a tomar o empate e por pouco não cedeu a virada no primeiro tempo. Os destaques em campo, então, acabaram sendo os autores dos gols da vitória – e mais pelos gols em si do que por um desempenho exuberante.

Com a vitória, o Athletico sobe para a quinta colocação, com 12 pontos, dois a menos que o líder Operário-PR.O Andraus é o penúltimo colocado, em 11º, com quatros pontos e dentro da zona de rebaixamento.

Na oitava rodada, o Andraus encara o Cascavel na quarta-feira, às 20h, no Olímpio Regional. O Athletico fecha a rodada contra o São Joseense, na quinta, às 20h, na Ligga Arena.

Gaede expõe motivos que o fizeram deixar o Athletico com Petraglia como presidente

Henrique Gaede se manifestou sobre sua saída do Conselho Administrativo do Athletico, que ocorreu na última quarta-feira, coincidindo com a renúncia do segundo vice-presidente, José Lúcio Glomb. A turbulência na diretoria seguiu um episódio controverso em que o presidente Mario Celso Petraglia fez gestos obscenos à torcida após críticas, gerando repercussão negativa.

Em entrevista ao ge, Gaede revelou que esse incidente foi decisivo para sua decisão de deixar o cargo. “Isso desencadeou a gota d’água. O presidente, numa noite de terça-feira, com 13 mil pessoas no estádio que leva o nome dele, resolve ofender toda uma noção. Eu não posso defender isso.” Sua declaração evidencia a insatisfação com a situação.

Frustração com a falta de participação

O advogado expressou descontentamento pela falta de participação em decisões cruciais do clube, como as demissões do técnico Cuca e do CEO Alexandre Leitão. Gaede, que integrou a chapa de oposição a Petraglia, destacou a dificuldade em influenciar as diretrizes do Athletico.

Gaede também criticou a centralização do controle na figura de Petraglia, afirmando que isso prejudicou a governança do clube “Infelizmente, o ano de 2024 foi um ano um pouco atípico. O Mário teve aquele problema de saúde e não tinha uma participação frequente nos primeiros momentos, houve um período também que ele teve que se ausentar. O Athletico adoeceu junto com o presidente, justamente por conta dessa dessa falta de de liderança, dessa falta de sucessão. Gostaria de ter participado de decisões estratégicas de uma forma mais efetiva. As atribuições são um pouco nebulosas por conta dessa extrema centralização que existe no clube. Essa falta de liderança gerou um impacto negativo na gestão.

Necessidade de mudança no Athletico-PR

O ex-conselheiro defendeu a urgente necessidade de mudanças na liderança do Furacão e na estrutura do clube. “Falta processo de mudança para que o Athletico continue sendo o mesmo que alcançou esse patamar.” Ele ressaltou que não se pode permitir que novas ideias sejam desconsideradas.

Gaede também mencionou a importância de implementar o modelo de Sociedade Anônima de Futebol (SAF) para garantir a continuidade e a profissionalização do clube. “Para enfrentar os grandes players, precisamos da SAF. Eu sou a favor dessa profissionalização, mas defendo de uma forma um pouco diferente, com transparência.”

Atualmente, o Conselho Administrativo do Furacão conta apenas com Petraglia e o primeiro vice-presidente, Luiz Alberto Küster. O Conselho Deliberativo deve se reunir em breve para discutir os próximos passos e a reestruturação necessária para o clube seguir em frente. A situação atual exige uma reflexão profunda sobre a governança e o futuro do Athletico.

Andraus x Athletico: Escalações e Onde Assistir

Léo Pelé em jogo treino pelo Athletico Paranaense contra o Andraus em 2025

Andraus e Athletico se enfrentam novamente na Vila Capanema, assim como foi em 2024. O Athletico vem de mais um jogo em que não soube aproveitar as chances que teve e ficou no 1 a 1 com o Cianorte, na Ligga Arena. O Andraus vem de goleada sofrida para o Coritiba, no Couto Pereira.

Como vem o Athletico?

O Athletico vem de um empate com o Cianorte, na Ligga Arena, na última terça-feira (28). Na ocasião, o Furacão saiu atrás em uma falha ao começo do jogo. Apesar de ter empatado, o jogo foi do Athletico. Muita criação e quase nenhuma conversão. Lucas Di Yorio, encaminhado com a La U e suspenso para amanhã, foi às redes no início do segundo tempo, em grande assistência de Bruno Zapelli.

Apesar dos já anunciados reforços Kevin Velasco e Giuliano não estarem na lista de relacionados, algumas novidades apareceram. Como é o caso do goleiro Santos, que voltou ao Athletico na última semana.

Léo Derik, lateral-esquerdo, está fora por lesão ligamentar no tornozelo esquerdo. Barbieri conta com a volta de Felipinho, Fernando, Isaac, Léo e Mycael, suspensos para o jogo contra o Cianorte por tomarem cartão vermelho no Athletiba. Confira a lista completa:

Goleiros: Matheus, Mycael e Santos
Zagueiros: Belezi, Léo, Marcos André, Gamarra e Matheus Felipe
Laterais: Dudu, Fernando e Palacios
Meias: Falcão, Felipinho, João Cruz, Juninho, Raul e Zapelli
Atacantes: Alan Kardec, Arriagada, Chiqueti, Isaac, Kayke, Leozinho e Luiz Fernando

Como vem o Andraus?

O Andraus faz uma campanha ruim no Campeonato Paranaense. Vindo de derrota para o Coritiba no Couto Pereira, por 4 a 0, o Andraus acumulou sua quarta derrota em seis jogos. Além disso, tem uma vitória, contra o Azuriz por 2 a 0, e um empate, com o Paraná Clube. Na Vila Capanema, com mando do Paraná, ficaram no 0 a 0.

Prováveis escalações

Provável escalação do Athletico: Mycael; Dudu, Belezi, Léo e Fernando; Raul, Felipinho e Zapelli; Isaac, Luiz Fernando e Alan Kardec. Técnico: Maurício Barbieri

Provável escalação do Andraus: Denison; Bruno Ferreira, Nascimento, Diego Fracarolli e Giba; Messias e Lucas; Hiago, Vinicius Kiss e Luís Gustavo; Júlio César. Técnico: Claudemir Sturion

Onde assistir

O jogo será transmitido no canal da Nsports, no Youtube, gratuitamente. Por streaming, no canal do Athletico, exclusivamente para membros, por R$14,99 ao mês.

Ingressos

Os ingressos estão à venda no site da DiskIngressos (clique aqui). Assim como foi em 2024, por ter a torcida maior e com mais procura, mesmo sendo visitante, a maior carga de ingressos está destinada aos torcedores do Athletico.

Os valores estão em R$65 (meia) e R$130 (inteira). Para a torcida do Athletico, estão disponíveis os setores Curva Norte e Reta do Relógio.

Retrospecto

As equipes se enfrentaram uma única vez na história. Em 2024, na Vila Capanema, abriram o Paranaense se enfrentando na primeira rodada. O Athletico levou a melhor por 2 a 0, com gols de Alex Santana e Pablo, de pênalti.

Ficha técnica do jogo:

  • Quarto árbitro: Maykon Brito de Freitas
  • Data: Domingo – 2/2
  • Local: Vila Capanema
  • Horário: 16h
  • Árbitro: Marco Antonio dos Santos Travessolo
  • Auxiliares: Weber Felipe Silva e Fernando Cesar Tobias

Léo Derik sofre lesão e desfalca Athletico Paranaense

Léo Derik no Athletico Paranaense em 2025

O Athletico Paranaense confirmou, neste sábado (1), que o lateral-esquerdo Léo Derik sofreu uma lesão ligamentar no tornozelo esquerdo e está fora do confronto contra o Andraus, no domingo (2). Esquivel que atua na mesma posição volta de lesão e ainda não está 100% apto para uma partida completa, o que deixa o setor desfalcado.

A baixa do jovem defensor aumenta a lista de problemas físicos do Furacão neste início de ano e gera preocupação em meio a um desempenho abaixo das expectativas no Campeonato Paranaense.

Quarta lesão em um mês

A ausência de Léo Derik se soma a um cenário preocupante no departamento médico do Athletico. Em apenas um mês de temporada, o clube já perdeu quatro jogadores por lesão. Antes do lateral, Esquivel (tornozelo), Babi (coxa) e Dudu (ombro) também desfalcaram a equipe.

O desgaste físico dos jogadores e a recorrência de problemas clínicos acendem um alerta sobre a preparação do elenco. Após ser rebaixado para a Série B do Brasileirão em 2024, o Furacão iniciou a temporada pressionado por resultados e com um elenco que, até o momento, não correspondeu às expectativas.

Pressão por resultados

Com apenas duas vitórias em seis partidas, o Athletico-PR soma nove pontos e ocupa a 7ª posição na tabela do Campeonato Paranaense. O time está empatado em pontos com o Cascavel e vê o Rio Branco, 9º colocado, se aproximar perigosamente.

A equipe comandada por Maurício Barbieri precisa vencer o Andraus para evitar um cenário ainda mais complicado. Caso tropece e Cascavel e Rio Branco vençam seus jogos, o Furacão pode sair da zona de classificação para a próxima fase do estadual, agravando a crise que já se desenha no clube.

Reação antes da Série B

Além da preocupação com a campanha no estadual, o Athletico precisa se reestruturar antes do início da Série B do Campeonato Brasileiro. A falta de reforços na última temporada foi apontada como um dos fatores para o rebaixamento, e o desempenho atual reforça a necessidade de ajustes urgentes na equipe.

O confronto contra o Andraus se torna, portanto, um teste crucial para o Furacão. A vitória é fundamental não apenas para a classificação no Paranaense, mas também para recuperar a confiança da torcida e demonstrar que a equipe pode ter um 2025 mais competitivo.