Athletico foca no ataque e supera R$ 70 milhões gastos no balanço da janela

Felipinho no Athletico

A primeira janela de transferências do futebol brasileiro em 2024 se fechou na última quinta-feira (7). Foram quase dois meses que os clubes puderam se movimentar em busca de reforços. E, neste período, o Athletico investiu bastante. Foram apenas oito jogadores contratados, mas que custaram, juntos, R$ 76 milhões.

Em termos de valores, o Furacão foi o sexto que mais gastou, ficando atrás apenas de Flamengo (R$ 158 milhões), Botafogo (R$ 131 milhões), Corinthians (R$ 130 milhões), Vasco (R$ 120 milhões) e Palmeiras (R$ 90 milhões). E entre os sete que chegaram, alguns foram reforços pontuais e que se encaixaram bem na equipe.

Dois deles chegaram e se tornaram titulares absolutos: o zagueiro Gamarra e o volante Felipinho. O paraguaio custou R$ 17 milhões, mas se firmou no setor defensivo. Em meio aos rodízios implementados pelo ex-técnico Juan Carlos Osorio, disputou nove dos 13 jogos do Paranaense, sendo titular em sete deles. Já Felipinho, que veio da Ponte Preta como uma aposta, desde que chegou foi titular nos quatro duelos em que esteve à disposição.

Ataque do Athletico tem briga acirrada

Das sete contratações, quatro foram para o setor ofensivo, sendo que dois deles são concorrentes diretos: Mastriani e Di Yorio. O uruguaio foi uma longa novela até o Athletico conseguir tirá-lo do América-MG. Uma negociação que demorou mais de um mês. Em campo, ele deu resultados.

Em quatro partidas, marcou dois gols e deu uma assistência. Só não atuou mais por uma opção de Osorío, que optou em dar mais oportunidades para Di Yorio, que também entrou em campo quatro vezes e marcou dois gols, tendo sido titular nas duas últimas rodadas.

Já Benítez e Petterson tiveram pouco espaço. O paraguaio, à disposição desde o início da temporada, só jogou cinco vezes, com um gol marcado, enquanto Petterson foi escalado uma única vez. Até chegou a fazer gol na estreia, contra o Londrina, mas um ato de indisciplina o afastou dos duelos seguintes.

Pouco aproveitados

Quem também só jogou uma vez foi o lateral-direito Leo Godoy. Foi titular na vitória por 3×1 sobre o São Joseense, no dia 25 de fevereiro, uma estreia que demorou a acontecer por conta de uma lesão ainda na pré-temporada do argentino, que custou R$ 14,5 milhões.

Dos oito reforços, o único que não estreou foi o meia Andrey. Contratado ainda no final do ano passado, o jovem de apenas 18 anos veio do ABC, inicialmente para integrar a base. Chegou a ser relacionado e ficou no banco do Rubro-Negro em algumas partidas do Estadual, mas não foi acionado.

Clubes ainda podem trazer reforços

Agora, novas contratações somente poderão ser utilizadas a partir do dia 10 de julho, com fechamento em 2 de setembro. No entanto, esta janela só se aplica para nomes contratados de outros clubes. Isto é, que tenham algum vínculo com outras equipes.

Duas brechas no regulamento permitem que os times ainda anunciem reforços para o início do Brasileirão e fase de grupos da Libertadores e Sul-Americana. A primeira é que jogadores que atuaram em algum campeonato estadual, mas tenham rescindido seu vínculo possam ser registrados entre 1º e 19 de abril.

A outra possibilidade é a de trazer atletas que estavam no exterior, desde que o último acordo com o ex-clube tenha sido encerrado até o dia 7 de março, ou seja, até a última quinta-feira.

Os reforços do Athletico:

Leo Godoy (lateral-direito)
Gamarra (zagueiro)
Felipinho (volante)
Benítez (atacante)
Di Yorio (atacante)
Mastriani (atacante)
Petterson (atacante)

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