“É um gênio mas não sabe de futebol”; Diniz fala de Petraglia ao relembrar passagem pelo Athletico

Fernando Diniz como técnico do Athletico Paranaense

Atualmente desempregado, desde que deixou o Cruzeiro, o técnico Fernando Diniz fez questão de elogiar o presidente do Athletico, Mario Celso Petraglia, com quem trabalhou no clube em sua passagem, em 2018.

Segundo o treinador, o mandatário do Furacão tem uma visão diferente no futebol, deixando de lado a parte tática, mas enxergando o lado humano dos profissionais.

O Petraglia é um gênio. Você aprende com ele. É um cara muito diferente, genial mesmo. Toma risco para caramba e é um cara bom de conviver e de aprender coisas. Não é um cara que sabe do jogo de futebol, de parte tática. Isso é uma coisa secundária para mim, sabe? Ele conhece de gente. Ele me viu e achava, em alguma medida, muito parecido com ele na questão da intuição. É a coisa mais forte que eu tenho, de perceber as coisas”, afirmou ele, em entrevista ao Charla Podcast.

Técnico diz não ter sido demitido do Athletico

A passagem de Fernando Diniz durou pouco mais de cinco meses. Anunciado no dia 3 de janeiro, ele foi desligado em 25 de junho. Porém, segundo o próprio treinador, não houve uma demissão do cargo. Até porque, Petraglia não queria trocar de técnico, só o fazendo depois de muita pressão por conta dos resultados.

Ele (Petraglia) me tirou da posição de técnico e não me demitiu, eu fiquei no clube. Ele falou para mim assim: ‘fica lá seis meses na Europa, depois volta‘. Ele tinha um plano para mim, junto com o que ele pensava de futebol para o Athletico avançar. Eu tenho muita gratidão pelo Petraglia. Foi o cara que me enxergou”, revelou.

Diniz comandou o Furacão em 21 jogos, com cinco vitórias, sete empates e nove derrotas, tendo um aproveitamento de apenas 34% dos pontos disputados. Deixou o Rubro-Negro na vice-lanterna do Brasileirão e viu Tiago Nunes assumir em seu lugar e se tornar campeão da Sul-Americana.

No período em que seguiu como funcionário do Athletico, mas fora do comando, o técnico viajou pela Europa e visitou os CTs de Paris Saint-Germain, Chelsea e Manchester City. Lá, conheceu Pep Guardiola e também Fernandinho, com quem acabou criando um forte vínculo.

Augusto Melo enfrenta dificuldades para substituir Antônio Oliveira

Augusto Melo, presidente do Corinthians

O Corinthians enfrenta um momento de turbulência em sua busca por um novo técnico para substituir Antônio Oliveira. Após uma sequência de nove partidas sem vitória no Campeonato Brasileiro, o Timão se encontra na penúltima colocação, com 54% de chances de rebaixamento, segundo as últimas projeções. A pressão interna e externa aumenta diariamente, mas a diretoria, liderada pelo presidente Augusto Melo, ainda não conseguiu encontrar um substituto ideal para o comando da equipe.

Desde a derrota por 2 a 0 para o Palmeiras, a situação se tornou ainda mais crítica. O Palmeiras, utilizando uma equipe com muitos jovens, como Vítor Reis e Naves, ampliou sua série invicta contra o Corinthians para oito partidas. Esse resultado negativo apenas intensificou a urgência por uma mudança no comando técnico.

Dificuldades na Busca por um Novo Técnico

A principal razão pela qual Antônio Oliveira ainda não foi demitido é a dificuldade do presidente Augusto Melo em encontrar um novo técnico disponível e disposto a assumir o desafio. Vários nomes foram sondados, mas todos recusaram a oferta do Corinthians. Entre eles, estão:

  • Martim Anselmi, técnico argentino de 38 anos, que recebe um alto salário no Cruz Azul, descartou qualquer chance de deixar seu atual clube.
  • Carvalhal, técnico português, que já havia sido procurado por outros clubes brasileiros como Atlético Mineiro, Flamengo e Botafogo, também recusou a proposta.
  • Fernando Diniz, atualmente descansando com a família, também não aceitou o convite.

Soluções Emergenciais e Pressão Interna

Diante das negativas dos principais alvos, o nome de Fabio Carille surgiu como uma solução emergencial. Carille, que recentemente venceu a Chapecoense e levou o Santos à segunda colocação da Série B, tem uma multa rescisória alta, dificultando sua saída do Santos.

Internamente, a situação se complicou ainda mais com a realização de uma enquete por um diretor das categorias de base do Corinthians, que questionou os sócios sobre a demissão de Antônio Oliveira. A enquete vazou, gerando ainda mais pressão e desgaste dentro do clube.

Apesar de ser um dos clubes que mais gastou com reforços nesta temporada, desembolsando R$ 130 milhões, e de ter a terceira maior folha salarial do país, R$ 19,5 milhões por mês, o Corinthians não consegue traduzir esses investimentos em resultados dentro de campo. A busca por um novo técnico continua, e a torcida aguarda ansiosa por uma solução que traga de volta as vitórias e a estabilidade ao clube.

Rodrigo Coca/Agência Corinthians

Corinthians enfrenta Cuiabá: Última chance para António Oliveira?

O Corinthians se prepara para mais uma partida crucial do Campeonato Brasileiro. Nesta quarta-feira (26), o Timão enfrentará o Cuiabá na 12ª rodada da competição, e a necessidade de uma vitória é urgente. No entanto, o foco das atenções no clube está sobre o técnico António Oliveira, que enfrenta um cenário de incerteza sobre seu futuro no comando do time.

Foto: Rodrigo Coca / Agência Corinthians

Possível Demissão

De acordo com informações apuradas pelo portal Bolavip Brasil, está confirmado que António Oliveira será demitido caso o Corinthians não consiga vencer o Cuiabá. A situação do treinador português se complicou devido à disponibilidade de outros nomes no mercado, que podem assumir o comando do Timão.

Preocupação Interna

Fontes internas do clube indicam que a diretoria já realizou sondagens por novos treinadores, mesmo com António Oliveira ainda empregado. Um dos nomes mencionados foi Fernando Diniz, que recentemente deixou o Fluminense. No entanto, Diniz comunicou que não está interessado em assumir nenhum clube no momento.

Desempenho Sob Pressão

O Corinthians está em uma posição crítica no Campeonato Brasileiro, e a necessidade de resultados positivos é imperativa. António Oliveira, que assumiu o comando do time com grandes expectativas, agora enfrenta a dura realidade de que seu tempo à frente do Corinthians pode estar chegando ao fim se não conseguir reverter a situação.

Reação da Torcida

A torcida corintiana, conhecida por sua paixão e exigência, está atenta a cada movimento do clube. A possível demissão de António Oliveira é um tópico quente entre os torcedores, que esperam uma melhora no desempenho do time para continuar sonhando com conquistas na temporada.

Conclusão

A partida contra o Cuiabá não é apenas mais um jogo no calendário do Corinthians, mas um divisor de águas para o futuro de António Oliveira no clube. A expectativa é alta e a pressão é enorme, e só o resultado em campo dirá se o treinador permanecerá no comando do Timão.

Reprodução

Cuca, Diniz ou Oliveira: Quem pode salvar o Corinthians da crise?

O Sport Club Corinthians Paulista vive um momento conturbado, onde a pressão por resultados se mistura com as expectativas da torcida e a necessidade de uma liderança sólida. Após a passagem de Antonio Oliveira pelo comando, o Timão se encontra em uma encruzilhada. A pergunta que não quer calar é: quem seria o melhor técnico para assumir o Corinthians neste momento delicado? Três nomes se destacam no cenário: Cuca, Fernando Diniz e o próprio Antonio Oliveira.

Cuca: A Experiência do Vencedor

Cuca é um nome bem conhecido no futebol brasileiro, com uma vasta experiência e um currículo recheado de títulos. Ele é reconhecido por sua capacidade de motivar jogadores e montar equipes competitivas. Sua passagem vitoriosa pelo Atlético Mineiro, onde conquistou a Copa Libertadores, é um exemplo de sua habilidade em lidar com pressões e alcançar resultados expressivos.

Pontos a favor:

  • Experiência em competições de alto nível.
  • Capacidade de gestão de elenco.
  • Histórico de conquistas importantes.

Pontos contra:

  • Adaptação ao estilo de jogo do Corinthians.
  • Pressão imediata por resultados.

Fernando Diniz: A Inovação Tática

Fernando Diniz é conhecido por seu estilo de jogo inovador e ofensivo, priorizando a posse de bola e a construção de jogadas desde a defesa. Sua abordagem moderna pode trazer um novo fôlego ao Corinthians, especialmente em termos de dinamismo e criatividade no meio-campo.

Pontos a favor:

  • Estilo de jogo atrativo e ofensivo.
  • Capacidade de desenvolver jovens talentos.
  • Visão tática moderna.

Pontos contra:

  • Necessidade de tempo para implementação de seu estilo.
  • Histórico irregular em termos de resultados.

Antonio Oliveira: Continuidade ou Mudança?

Antonio Oliveira, o atual técnico, tem enfrentado desafios desde que assumiu o comando do Corinthians. Apesar de algumas críticas, ele tem demonstrado conhecimento tático e comprometimento com o clube. A questão que se coloca é se a continuidade do seu trabalho pode gerar os frutos desejados ou se uma mudança de comando é necessária para um novo impulso.

Pontos a favor:

  • Conhecimento atual do elenco e do clube.
  • Possibilidade de continuidade no trabalho já iniciado.
  • Potencial para ajustes e melhorias a curto prazo.

Pontos contra:

  • Pressão por resultados imediatos.
  • Resistência da torcida e parte da diretoria.

Conclusão: O Melhor Caminho para o Timão

A escolha do técnico ideal para o Corinthians depende de diversos fatores, incluindo a visão da diretoria, o apoio da torcida e as necessidades imediatas do clube. Cuca oferece uma opção segura com sua experiência e histórico de vitórias. Fernando Diniz traz uma perspectiva inovadora e um estilo de jogo que pode transformar o Corinthians em uma equipe mais ofensiva e dinâmica. Já Antonio Oliveira representa a continuidade de um trabalho que, apesar dos desafios, pode prosperar com ajustes e tempo.

Para um clube como o Corinthians, que vive de resultados e paixão, a decisão deve ser tomada com cuidado, considerando não apenas o presente, mas o futuro do clube. Independentemente de quem seja o escolhido, o apoio da torcida e a confiança da diretoria serão fundamentais para superar este momento e levar o Timão de volta ao caminho das vitórias.

Tabela Comparativa dos Técnicos:

CritérioCucaFernando DinizAntonio Oliveira
ExperiênciaAltaMédiaMédia
Estilo de JogoTradicional e competitivoInovador e ofensivoBalanceado
Histórico de ConquistasCopa Libertadores, títulos nacionaisDesenvolvimento de jovens talentosConhecimento do elenco atual
AdaptaçãoNecessáriaNecessáriaJá adaptado
Pressão por ResultadosAltaAltaAltíssima
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Troca de técnico no Timão: Saiba quem é o técnico mais cotado

A situação do Corinthians no Campeonato Brasileiro é motivo de preocupação para a torcida. Com apenas oito pontos e ocupando a 18ª colocação, o Alvinegro do Parque São Jorge empatou recentemente com o Athletico Paranaense por 1 a 1, fora de casa, resultado que apenas reforça a insatisfação dos torcedores com o atual técnico, António Oliveira.

Nas redes sociais, a pressão para a demissão de António Oliveira é intensa. O presidente Augusto Melo enfrenta constantes cobranças para realizar mudanças na comissão técnica. Entre os nomes especulados para assumir o comando do time, destacam-se Fernando Diniz e Renato Portaluppi, mas é Diniz quem vem ganhando a preferência da Fiel Torcida.

Fernando Diniz, demitido recentemente do Fluminense após uma derrota para o Flamengo, é visto como uma boa opção pela torcida. Diniz foi campeão da Copa Libertadores em 2023 com o clube carioca, mas atualmente, o Fluminense ocupa a última posição no Brasileirão. O estilo ofensivo e de posse de bola de Diniz agrada aos torcedores corinthianos, que acreditam que ele poderia revitalizar o time. No futebol paulista, Diniz já trabalhou no São Paulo, Santos e Audax.

A pressão aumenta ainda mais com os próximos jogos decisivos para o futuro de António Oliveira: na quarta-feira (26), o Timão enfrenta o Cuiabá na Neo Química Arena e, na rodada seguinte, tem o dérbi contra o Palmeiras. A permanência de Oliveira no comando técnico do Corinthians dependerá muito desses resultados.

Além da questão técnica, o Corinthians enfrenta mudanças no elenco. Carlos Miguel, que não joga mais pelo clube, aceitou uma oferta para atuar na Inglaterra, e Matheus Donelli assume a titularidade no gol.

Gilson Lobo/AGIF

Athletico chama Diniz para substituir Cuca no comando do Furacão

O Athletico sinalizou ao staff de Fernando Diniz que tem interesse na contratação do treinador. O primeiro contato ocorreu nesta segunda-feira, horas após o Fluminense anunciar a demissão do profissional.

Pesa a favor de Diniz a relação de admiração com o presidente Mario Celso Petraglia. O nome do profissional também é bem avaliado pelo departamento de futebol do Rubro-Negro.

Diniz e André Mazzuco, diretor de futebol do Athletico, trabalharam juntos no Santos, em 2021.

O treinador comandou o Athletico em 2018. Foram 21 jogos à frente da equipe. No ano passado, Diniz relembrou a passagem por Curitiba, demonstrou gratidão ao clube e exaltou Petraglia.

– Daquele trabalho a gente ajudou a propiciar o aparecimento do Lodi, Leo Pereira e Bruno Guimarães. Quando eles iam começar a jogar comigo eu acabei saindo. Ficou uma base do trabalho e o Athletico soube aproveitar. E, de maneira especial, queria agradecer o Mario Celso Petraglia, que considero um amigo e um gênio. Tenho um relacionamento especial com ele, sou muito grato – falou.

Após a saída, o presidente elogiou Diniz e chegou a compará-lo com Guardiola.

– Essa questão é semântica. Eles trabalharam meses juntos. Ele trabalhou em conjunto com o time alternativo, junto com o Fernando. Ele é mais conservador. As pessoas são como são. Havia uma integração. Agora, ao nível do Fernando, quem sabe o Guardiola – disse à época.

O profissional deixou o Fluminense nesta segunda-feira. Ele retornou ao clube em abril de 2022, mas viveu seu melhor momento em 2023, quando conquistou o Carioca e o título inédito da Libertadores. Nesta temporada, também levantou a taça da Recopa Sul-Americana, com vitória sobre a LDU.

Casagrande alerta para rebaixamento do Corinthians em 2024

O ex-jogador e comentarista Walter Casagrande Jr. chamou a atenção para a situação delicada de dois gigantes do futebol brasileiro, Corinthians e Fluminense, que estão enfrentando dificuldades no Campeonato Brasileiro e correm o risco de rebaixamento se não melhorarem suas atuações.

Análise do Fluminense

Casagrande destacou que o Fluminense, sob o comando de Fernando Diniz, não tem mostrado evolução em relação ao desempenho de 2023. O time tem sofrido com problemas de posicionamento, falta de criatividade e agressividade, além de ser previsível em suas jogadas. Até agora, em sete partidas, o Fluminense venceu apenas uma, empatou três e perdeu três, acumulando um saldo negativo de -4 gols. Essa campanha fraca coloca o time em uma situação perigosa, flertando com a zona de rebaixamento.

Um exemplo claro das dificuldades enfrentadas pelo Fluminense foi a partida contra o Juventude. Mesmo saindo na frente com um gol de Marcelo, a equipe cometeu erros defensivos que permitiram o empate. O goleiro Fábio, ao tentar sair jogando com um passe curto, entregou o gol ao adversário, evidenciando a fragilidade do time.

Situação do Corinthians

A situação do Corinthians não é muito diferente. Comandado pelo técnico português António Oliveira, o Timão também não tem conseguido bons resultados no Brasileirão. Em sete jogos, venceu apenas um (contra o Fluminense), empatou dois e perdeu quatro, marcando gols apenas na vitória sobre o time carioca. Atualmente, o Corinthians ocupa a zona de rebaixamento, com apenas cinco pontos e um saldo negativo de -3 gols.

Apesar das vitórias convincentes na Copa Sul-Americana, onde goleou o Nacional do Paraguai, Argentinos Juniors e Racing do Uruguai, o desempenho no campeonato nacional tem sido decepcionante. Essas vitórias na competição internacional podem estar mascarando a real fragilidade do elenco corintiano. Se não houver uma melhora urgente no rendimento e nos resultados, o Corinthians corre um sério risco de cair para a Série B.

Alerta de Casagrande

Casagrande alerta para a armadilha de achar que ainda há muitas rodadas pela frente, o que pode enganar muitos times. A história mostra que, quando as equipes percebem a gravidade da situação, pode ser tarde demais para se recuperar. Para o Corinthians, a próxima rodada será crucial, pois enfrentará o Atlético-GO fora de casa e precisará corrigir as falhas para sair da zona de rebaixamento.

Conclusão

A situação de Corinthians e Fluminense no Campeonato Brasileiro é preocupante. Ambos os times precisam melhorar significativamente seu desempenho para evitar o rebaixamento. A torcida corintiana espera que António Oliveira consiga ajustar a equipe e levar o Timão a uma posição mais segura na tabela. O Campeonato Brasileiro é longo, mas a urgência de mudanças é evidente para evitar um desastre ao final da temporada.

Jornal espanhol coloca Fernando Diniz no Top 10 dos melhores treinadores de 2023

Fernando Diniz comandou o treino da seleção brasileira

Os títulos do Campeonato Carioca, da Copa Libertadores, e ainda o segundo lugar no Mundial de Clubes, renderam a Fernando Diniz uma boa visibilidade no continente europeu. Prova disso é que o jornal “Mundo Deportivo” colocou o comandante do Fluminense como o sétimo treinador de maior destaque na temporada de 2023.

Na lista de dez nomes elaborada pelo periódico, Fernando Diniz aparece como o único brasileiro a ganhar destaque. Todos os outros técnicos que foram citados trabalham no futebol europeu.

E de fato o ano foi mesmo de brilho para o treinador. Depois de cumprir bons trabalhos em outras equipes, Diniz conseguiu conciliar bom futebol com títulos. Foi assim no Campeonato Carioca quando goleou o Flamengo na segunda partida da final por 4 a 1.

Na Libertadores, o troféu veio com vitória na prorrogação sobre o Boca Juniors por 2 a 1. O chamado “ano mágico” do time das Laranjeiras só parou na final do Mundial de Clubes. Diante do Manchester City, o Fluminense acabou sendo derrotado por 4 a 0. Atualmente, ele ainda acumula o cargo de treinador da seleção brasileira nas Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2026.

Quem está no topo da lista dos dez melhores técnicos é Pep Guardiola. Com o Manchester City, ele vem empilhando troféus e aumentando sua coleção de títulos. Além do Mundial, o treinador espanhol comandou a equipe inglesa nas campanhas vitoriosas do Campeonato Inglês, da Liga dos Campeões, da Supercopa da Europa e ainda levantou a taça da Copa da Inglaterra.

Campeão Italiano com o Napoli, Luciano Spalleti aparece logo atrás de Guardiola. Na terceira colocação vem Simone Inzaghi, que perdeu o título da Liga dos Campeões justamente para o Manchester City.

Xabi Alonso, do Bayer Leverkusen, e Xavi Hernández, do Barcelona, aparecem em quarto e quinto lugares na lista. Na sexta posição, uma surpresa: Roberto de Zerbi, técnico do Brighton, ganhou destaque por classificar a sua equipe pela primeira vez para a Liga Europa.

Dando sequência à lista dos dez melhores treinadores, Edie Howe, do Newcastle, aparece na oitava colocação. Michel Sanches, do surpreendente Girona, surge em nono lugar, e Slot Arne, do Feyenoord é o décimo.

Brasil pode ter ano com mais derrotas que vitórias pela primeira vez em 60 anos

Pela primeira vez em seis décadas, a seleção brasileira corre risco de fechar um ano com mais derrotas do que vitórias. A menos que interrompa sua série de resultados ruins (empate em casa com a Venezuela e derrotas como visitante para Uruguai e Colômbia, todos pelas eliminatórias da Copa do Mundo-2026) e consiga bater a atual campeã mundial, Argentina, terça-feira, no Maracanã, o time da CBF atingirá uma marca histórica… no pior sentido possível.

Em 57 dos últimos 59 anos, o Brasil venceu mais do que perdeu. Em 1984 e 2001, houve empate no número de jogos que valeram três e zero pontos. E, para encontrar uma temporada em que a equipe canarinho ficou “no vermelho”, é preciso retornar aos tempos que a seleção ainda era bicampeã mundial.

Ano para esquecer

Entre amistosos e compromissos das eliminatórias, a equipe canarinho já foi a campo oito vezes neste ano. Seu retrospecto é de três vitórias, um empate e nada menos que quatro derrotas.

Enquanto era comandada pelo interino Ramón Menezes, a seleção perdeu dois dos três jogos que disputou, contra Marrocos e Senegal, duas das principais forças do futebol africano. A única vitória foi conquistada sobre o bem menos tradicional Guiné.

Os resultados não melhoraram muito depois que Fernando Diniz assumiu o cargo (a princípio, só até o fim do contrato de Carlo Ancelotti com o Real Madrid, em junho de 2024). Com o novo treinador, o Brasil até venceu Bolívia e Peru nas duas primeiras rodadas do qualificatório. Mas, na sequência, emendou a sequência de tropeços atual.

E como foi em 1963?

Sessenta anos atrás, o Brasil teve uma temporada para ser esquecida logo depois de conquistar pela segunda vez a Copa do Mundo.

Em 1963, os recém-campeões do torneio mais importante do planeta perderam oito dos 18 jogos oficiais que disputaram (também tiveram sete vitórias e três empates).

Mas, diferente de agora, a seleção disputou boa parte dos seus compromissos com uma equipe alternativa. Pelé, Coutinho, Zito e cia. só participaram de uma pesada série de amistosos jogada entre os meses de abril e maio (enfrentaram Alemanha, Inglaterra, Itália, Holanda e França, entre outros).

Na Copa América daquele ano, o Brasil foi representado por um time B, sem nenhum campeão mundial. O resultado foi bem decepcionante: a equipe perdeu para Paraguai, Argentina e Bolívia e terminou a competição no quarto lugar.

Risco de não ir à Copa?

Apesar da sequência de tropeços, o Brasil ainda está dentro da zona de classificação para a Copa-2026. A equipe canarinho ocupa a quinta colocação das eliminatórias, com sete pontos conquistados, três a mais que Equador, Paraguai e Chile, que aparecem logo na sequência.

Com a ampliação no número de participantes do Mundial, a América do Sul tem agora direito a seis vagas diretas para o torneio. O sétimo colocado do qualificatório ainda participará de uma repescagem global contra adversários de outros continentes.

A próxima Copa, que será organizada em conjunto por Canadá, Estados Unidos e México, será a primeira da história com a participação de 48 seleções. Entre a França-1998 e o Qatar-2022, a competição teve o mesmo formato de disputa, com a presença de 32 equipes.

Neto não perdoa e detona dois jogadores convocados por Fernando Diniz: “É uma vergonha”

Craque Neto

Antes do aguardado confronto entre a seleção brasileira e a Venezuela pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, Neto, ex-jogador e comentarista esportivo renomado, mais uma vez expressou sua forte insatisfação com a situação da equipe nacional.

Em uma crítica contundente, Neto argumentou que a atual seleção brasileira é predominantemente influenciada pelos interesses da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), deixando de fora jogadores que, em sua opinião, mereciam uma chance.

Errou em convocar

Duas convocações específicas foram alvo da reprovação de Neto. David Neres, que atua no Benfica, e Matheus Cunha, que defende o Wolverhampton, foram convocados por Fernando Diniz e foram alvo de críticas do comentarista. Segundo Neto, essas convocações não refletem o melhor interesse da seleção brasileira.

No lugar de Neres e Cunha, Neto argumentou que jogadores como Bruno Henrique e Pedro, do Flamengo, e Hulk, do Atlético Mineiro, deveriam ter sido convocados. A ausência desses atacantes de destaque na lista de convocados levantou questionamentos sobre as decisões de Diniz.

“Em relação a seleção brasileira, aqueles que gostam, tá tudo bem. Eu não torço para a seleção brasileira da CBF. Eu torço pela seleção brasileira, para a camisa da seleção brasileira. Eu acho absurdo o que continuam fazendo com a seleção. Vai classificar para a Copa do Mundo, vai chegar nas quartas de final, mas é uma vergonha. É uma vergonha convocar David Neres e não convocar o Bruno Henrique, Hulk e o Pedro. Convocar o Matheus Cunha? Um gol. 14º colocado com o Wolverhampton na Premier League, e ele é convocado. Por que será? Alguém pode me responder?”, iniciou Neto em seu canal no YouTube.

Fernando Diniz não mudou a seleção

Neto também destacou que, quando Fernando Diniz assumiu o cargo de treinador da seleção brasileira, houve a expectativa de uma mudança significativa no time. No entanto, o ex-jogador observou que a situação permaneceu praticamente inalterada, sem inovações significativas em campo.

“O que se pensava era que o Fernando Diniz iria fazer tudo diferente, tá tudo igual.“, 

disse o apresentador.

Essas críticas de Neto refletem um debate em andamento sobre as escolhas de convocação da seleção brasileira e a direção em que o futebol nacional está se encaminhando. O confronto entre o Brasil e a Venezuela se torna ainda mais intrigante à luz dessas críticas, com os torcedores e observadores ansiosos para ver como a seleção se sairá e se as críticas de Neto terão algum impacto nas futuras convocações.