“A gente sabe que precisa melhorar”, admite Casemiro após empate da Seleção Brasileira em Cuiabá

Casemiro Seleção Brasileira Brasil 2023

Brasil jogou pouco. E a baixa produção fez com que não conseguisse sair de um empate em 1 a 1 com a Venezuela, nesta quinta-feira, pela terceira rodada das Eliminatórias sul-americanas da Copa do Mundo.

Muito embora a baixa produção, a opinião do volante e capitão Casemiro é que somente a Seleção Brasileira buscou um melhor resultado o tempo todo. Já o rival se contentava com a igualdade e pouco saiu de trás para tentar a vitória.

“Foi um jogo de uma equipe querendo propor e a outra querendo defender, jogando por uma bola. Foi o resumo do jogo. E infelizmente eles conseguiram achar essa bola.”

Casemiro, capitão do Brasil

O meio-campista reconheceu que o Brasil se encontra em uma transição. Porém, sabe que é necessário crescer como equipe.

“É um processo. A gente sabe que precisa melhorar, seguir crescendo. Temos pouco tempo de trabalho com o novo treinador”.

concluiu.

Esta foi apenas a terceira partida sob o comando de Fernando Diniz.

Torcida vaia renda de jogo da seleção brasileira em Cuiabá

A seleção brasileira arrecadou mais de R$ 12 milhões no empate por 1 a 1 com a Venezuela, e os torcedores presentes na Arena Pantanal vaiaram quando a renda foi anunciada.

O que aconteceu

  • A renda da partida foi de R$ 12.746.150,00. Ao todo, foram 40.020 torcedores no estádio para o jogo da terceira rodada das Eliminatórias Sul-Americanas
  • O preço médio do ingresso foi de R$ 318,50.
  • O Brasil saiu na frente, mas amargou o empate da Venezuela. Gabriel Magalhães inaugurou o placar aos 5′ do 2º tempo, e Eduard Bello igualou aos 39′.
  • O resultado custou a liderança das Eliminatórias. O Brasil chegou a sete pontos, mas foi ultrapassado na tabela pela Argentina, que segue 100%, com nove pontos.

Gol do Belo? Cantor vira meme após Seleção Brasileira levar gol da Venezuela

O improvável gol do venezuelano Eduard Bello contra o Brasil em jogo das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026 virou meme. E não foi só pela plasticidade, já que o jogador da Venezuela marcou de bicicleta o belo gol que garantiu o empate em 1 a 1 na partida contra o time de Fernando Diniz.

Os internautas não perdoaram a coincidência e transformaram Bello em Belo. Isso, o famoso pagodeiro. Confira alguns dos memes:

Em péssima atuação, Brasil empata com a Venezuela; Assista aos Gols

O Brasil perdeu os 100% de aproveitamento nas Eliminatórias da Copa do Mundo. Nesta quinta-feira (12), a pentacampeã apenas empatou com a Venezuela, por 1 a 1, na Arena Pantanal, em Cuiabá. O gol dos mandantes foi marcado por Gabriel Magalhães, e os visitantes igualaram em lindo gol de Eduard Bello.

A Seleção abriu o placar aos cinco minutos da etapa complementar. Neymar bateu escanteio na área, e Gabriel Magalhães, zagueiro do Arsenal (ING), cabeceou para o fundo das redes. Aos 40’, o empate da Venezuela veio em grande estilo. Jefferson Savarino, ex-Atlético-MG, cruzou na área, e Eduard Bello, com uma meia bicicleta, empatou, calando a Arena Pantanal. O resultado tira os 100% do Brasil nas Eliminatórias, já que o time de Fernando Diniz venceu a Bolívia e o Peru nas duas primeiras rodadas.

Assista aos Gols

Brasil 1 x 0 Venezuela

⚽️ Gabriel Magalhães
🥾 Neymar

Brasil 1 x 1 Venezuela

⚽️ Eduard Bello
🥾 Savarino

Neto não perdoa e detona dois jogadores convocados por Fernando Diniz: “É uma vergonha”

Craque Neto

Antes do aguardado confronto entre a seleção brasileira e a Venezuela pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, Neto, ex-jogador e comentarista esportivo renomado, mais uma vez expressou sua forte insatisfação com a situação da equipe nacional.

Em uma crítica contundente, Neto argumentou que a atual seleção brasileira é predominantemente influenciada pelos interesses da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), deixando de fora jogadores que, em sua opinião, mereciam uma chance.

Errou em convocar

Duas convocações específicas foram alvo da reprovação de Neto. David Neres, que atua no Benfica, e Matheus Cunha, que defende o Wolverhampton, foram convocados por Fernando Diniz e foram alvo de críticas do comentarista. Segundo Neto, essas convocações não refletem o melhor interesse da seleção brasileira.

No lugar de Neres e Cunha, Neto argumentou que jogadores como Bruno Henrique e Pedro, do Flamengo, e Hulk, do Atlético Mineiro, deveriam ter sido convocados. A ausência desses atacantes de destaque na lista de convocados levantou questionamentos sobre as decisões de Diniz.

“Em relação a seleção brasileira, aqueles que gostam, tá tudo bem. Eu não torço para a seleção brasileira da CBF. Eu torço pela seleção brasileira, para a camisa da seleção brasileira. Eu acho absurdo o que continuam fazendo com a seleção. Vai classificar para a Copa do Mundo, vai chegar nas quartas de final, mas é uma vergonha. É uma vergonha convocar David Neres e não convocar o Bruno Henrique, Hulk e o Pedro. Convocar o Matheus Cunha? Um gol. 14º colocado com o Wolverhampton na Premier League, e ele é convocado. Por que será? Alguém pode me responder?”, iniciou Neto em seu canal no YouTube.

Fernando Diniz não mudou a seleção

Neto também destacou que, quando Fernando Diniz assumiu o cargo de treinador da seleção brasileira, houve a expectativa de uma mudança significativa no time. No entanto, o ex-jogador observou que a situação permaneceu praticamente inalterada, sem inovações significativas em campo.

“O que se pensava era que o Fernando Diniz iria fazer tudo diferente, tá tudo igual.“, 

disse o apresentador.

Essas críticas de Neto refletem um debate em andamento sobre as escolhas de convocação da seleção brasileira e a direção em que o futebol nacional está se encaminhando. O confronto entre o Brasil e a Venezuela se torna ainda mais intrigante à luz dessas críticas, com os torcedores e observadores ansiosos para ver como a seleção se sairá e se as críticas de Neto terão algum impacto nas futuras convocações.

Júnior pede Tiquinho Soares, do Botafogo, na Seleção

Tiquinho Soares, do Botafogo, na Seleção Brasileira. Esse foi o pedido do comentarista Júnior, no programa “Seleção SporTV” desta quinta-feira, dia em que o Brasil enfrenta a Venezuela em Cuiabá pelas Eliminatórias da Copa do Mundo.

– Eu sempre defendo (Fernando Diniz), foi o único cara que fez alguma coisa diferente nesses últimos tempos. Ele não tem nada a perder, a partir do momento que o Carlo Ancelotti vier realmente para substituí-lo. Acho que ele só poderia fazer só uma experiência: qual o melhor centroavante brasileiro hoje? Tiquinho. Por que não? É o problema da idade? É outra história. Ele não está jogando melhor que Richarlison e todos esses caras? Bota ele na arena para saber qual a condição do cara – disse Júnior.

O ex-jogador lembrou que Seleção é momento e que a idade não atrapalha Tiquinho.

Será que daqui a três anos não dá pra ele? Claro que dá. Falo por experiência própria porque sofri esse preconceito duas vezes, em 90 e 94, o prazer de disputar outra Copa do Mundo. É o cara que precisa ter a oportunidade na Seleção. Ele encaixa perfeitamente naquilo que o Diniz quer, ele sai da área, sabe fazer o homem de frente, tem habilidade… Uma série de virtudes que se encaixa na frente. Nada contra quem está lá, até porque todos são feras, mas ele merece uma oportunidade nesse momento de experiências – finalizou.

Onde assistir Brasil x Venezuela pelas Eliminatórias

Brasil e Venezuela se enfrentam nesta quinta-feira (12), às 21h30 (de Brasília), na Arena Pantanal, em Cuiabá-MT, pela terceira rodada das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2026. Enquanto os brasileiros lideram a classificação, os venezuelanos sonham com uma inédita classificação para o maior evento do futebol mundial.

Para este jogo, a Seleção vem com desfalques em relação às primeiras rodadas das Eliminatórias. Renan Lodi e Raphinha, que foram titulares contra Bolívia e Peru, foram cortados por lesão. Em seus lugares, Fernando Diniz vai utilizar Guilherme Arana e Vini Jr, respectivamente. Devem ser as únicas mudanças feitas pelo treinador entre os 11 iniciais, que comandará a Amarelinha pela terceira vez.

Empolgada pelo aumento no número de vagas para a Copa do Mundo, a Venezuela encara o Brasil como “azarão”, mas confiante de que pode fazer um bom trabalho liderado pelo técnico Fernando Batista. O time vinotinto conta com nomes importantes como o veterano Rondón, do River Plate-ARG, e Soteldo, do Santos. Ambos devem ser titulares nesta quinta-feira (12).

BRASIL X VENEZUELA

Local: Arena Pantanal, em Cuiabá (MT)
Data e hora: 12/10/2023, às 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Kevin Ortega (PER)
Assistentes: Eduardo Cardozo (PER) e Milciades Saldivar (PER)
VAR: Carlos Orbe (EQU)
Onde assistir: Globo e SporTV

Confira a escalação oficial do Brasil contra a Venezuela

Fernando Diniz comandou o treino da seleção brasileira

A seleção brasileira está escalada para enfrentar a Venezuela, hoje (12), pela terceira rodada das Eliminatórias da Copa 2022. O jogo será na Arena Pantanal, em Cuiabá, a partir das 21h30 (de Brasília).

O que aconteceu

A formação escolhida pelo técnico Fernando Diniz traz pela primeira vez a presença de Vini Jr, Neymar e Rodrygo ao mesmo tempo, desde que o novo treinador assumiu o posto.

Em geral, Diniz mantém a base do Brasil que venceu os dois primeiros jogos, contra Bolívia e Peru.

Além da volta de Vini Jr, que perdeu a data Fifa anterior por lesão, o Brasil tem a entrada de Guilherme Arana na lateral esquerda como outra diferença na comparação com as formações iniciais anteriores.

O Brasil vai a campo com: Ederson, Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Guilherme Arana; Casemiro, Bruno Guimarães e Neymar; Rodrygo, Vini Jr e Richarlison.

Já a Venezuela, do técnico Fernando Batista, joga com: Romo; Alexander González, Osorio, Ángel e Makoun; Herrera, Rincón, Machís e Sosa; Córdova e Salomon Rondón.

Eles vão jogar de acordo com que o jogo pedir. Rodrygo tem característica para jogar na ponta, para jogar por dentro com aproximação. Ele vai ter muita liberdade para flutuar no campo, que é uma coisa que eu gosto. Depende do que o jogo pedir. Se o jogo pedir que ele fique mais aberto, ele vai ficar. Mas eles vão ter liberdade para se encontrar em outros setores do campo.

Fernando Diniz, técnico da seleção, na chegada ao estádio.

O que mais o técnico quer

Diniz quer uma seleção ofensiva, mas aponta que a Venezuela pode dificultar, como tem feito com outras seleções nestas Eliminatórias.

“A gente não acha que tem que fazer goleada. A Venezuela perdeu de 1 a 0 para a Colômbia em Barranquilla e ganhou do Paraguai, merecidamente. Teve um placar de 0 a 0 contra o Brasil (Copa América 2019). É um time que tem todo nosso respeito”, comentou o treinador.

ONU aprova plano do Brasil para criar ação global contra racismo no esporte

A ONU aprova um projeto do Brasil de criar um plano global para lutar contra o racismo e a discriminação no esporte. A iniciativa brasileira é resultado direto dos ataques sofridos por Vinicius Jr,, no campeonato espanhol. Mas ganhou força com o caso envolvendo o ex-presidente da Federação Espanhola de Futebol, que forçou um beijo em uma das jogadoras campeãs do mundo.

A proposta foi apoiada por todo o continente africanos e foi aprovada por consenso, nesta quinta-feira, no Conselho de Direitos Humanos da ONU.

O documento recomenda que a ONU inicie com o COI e a Fifa programas mundiais para erradicar o racismo e discriminação, usando inclusive a Copa do Mundo e a Olimpíada como vitrines para essas campanhas.

Uma das propostas é criar um certificado que seria dado a clubes e federações que cumpram com regras claras de combate ao racismo e à discriminação.

Uma das preocupações do Brasil era de que o texto não se transformasse em uma acusação contra a Espanha e, portanto, negociações ocorreram nos bastidores para que Madri também se sentisse confortável com o texto.

O documento destaca que os governos expressam:

A profunda preocupação com os incidentes passados e recentes de racismo e discriminação no esporte e em eventos esportivos e, nesse contexto, incentivam os órgãos dirigentes esportivos a combater o racismo, a discriminação racial, a xenofobia e a intolerância correlata, inclusive por meio de iniciativas antirracismo e do desenvolvimento e aplicação de códigos disciplinares que imponham sanções a esses atos.

O trabalho do Itamaraty começou depois da eclosão do caso de racismo contra o jogador do Real Madrid. Agora, o projeto coloca de forma permanente na agenda diplomática internacional a luta contra o racismo.

Com o caso envolvendo o beijo forçado do dirigente espanhol após a final da Copa do Mundo Feminina, a resolução ainda inclui uma referência direta à situação das mulheres.

No texto, os governos observam “com preocupação que as mulheres e meninas enfrentam formas múltiplas e agravadas de discriminação e violência de gênero no esporte e, portanto, reconhecem a necessidade imperativa de envolver as mulheres e meninas na prática do esporte para o desenvolvimento e a paz e, nesse sentido, dar boas-vindas às atividades que visam promover e incentivar tais iniciativas em nível global”

O projeto propõe 13 medidas:

  1. Luta pelo esporte sem racismo e discriminação: Reconhece o compromisso compartilhado com um mundo de esportes livre de racismo, xenofobia e intolerância, discriminação baseada em religião, e conclama todos os Estados a tomarem todas as medidas necessárias para esse fim;
  2. Combater a impunidade: aumentar a responsabilidade por crimes de motivação racial e discriminatório no esporte, e pede aos Estados a tomarem todas as medidas apropriadas para prevenir, combater e abordar de forma resoluta e eficaz todas as manifestações de racismo e discriminação em eventos esportivos, e para garantir que tais atos sejam tratados de forma apropriada para combater a impunidade..
  3. Ações contra ódio: combater atos de incitação à discriminação, ódio, hostilidade ou violência em todas as fases dos eventos esportivos e a necessidade de intensificar os esforços em todos os níveis, incluindo políticas, legislação, programas e campanhas em nível local e global
  4. Campanhas: iniciar campanhas nacionais e internacional de conscientização, com governos e federações esportivas nacionais, regionais e internacionais.
  5. Transparência: Convida os governos a incluir o tema em seus informes que devem ser apresentados para a ONU sobre a situação de direitos humanos em seus países.
  6. Troca de experiências: Incentiva os Estados a compartilharem experiências e melhores práticas no combate a todas as formas de racismo;
  7. Ação internacional: Pede que Grupo de Trabalho Intergovernamental sobre a Implementação Efetiva da Declaração e do Programa de Ação de Durban avalie a situação do esportes e racismo.
  8. Megaeventos: Pede que países anfitriões de grandes eventos esportivos, COI, Fifa e outras entidades usem os megaeventos como Copa e Olimpíada para desenvolver medidas concretas para prevenir o racismo.
  9. Ação da ONU: Pede que a ONU, Comitê Olímpico Internacional, Fifa e outras associações e federações esportivas internacionais, atuem para desenvolver medidas e programas que criariam um impacto duradouro dos megaeventos esportivos e contribuiriam para a prevenção e erradicação do racismo.
  10. Criar Códigos de Conduta e Certificado: Texto propõe que ONU se envolva com os órgãos esportivos internacionais para discutir e adotar medidas práticas destinadas a combater o racismo, a discriminação racial, a xenofobia e a intolerância no esporte, incluindo o desenvolvimento e a promoção de códigos de conduta contra o racismo no esporte e de certificados internacionais para clubes e associações esportivas que cooperem com programas destinados a erradicar tais fenômenos.
  11. Ações de base: Pede que governos, ONU e instituições esportivas implementem iniciativas de base destinadas a combater o racismo e a discriminação.
  12. Consulta: Solicita à ONU que organize uma consulta com Estados, associações esportivas, organizações da sociedade civil com o objetivo de identificar maneiras de fortalecer as ações nacionais de combate ao racismo e à discriminação.
  13. Inclusão na agenda da ONU: Pede que Alto Comissário de Direitos Humanos da ONU que prepare e apresente ao Conselho de Direitos Humanos, em 2024, um relatório sobre a implementação desta resolução.

Vitor Roque tem data para voltar a jogar no Athletico; retorno será ainda este ano

O centroavante Vitor Roque, 18 anos, pode retornar a jogar em novembro. O agente do jogador, André Cury, declarou que a recuperação da lesão no tornozelo está acelerada e que ele deve voltar a atuar em quatro semanas. “Vitor Roque se recupera muito bem e estará pronto em quatro semanas”, disse, em entrevista para a RAC1, reproduzida pelo site Sport, da Espanha. “Ele é um jovem forte e graças a Deus tudo está indo muito bem”, completou.

Vitor Roque sofreu a lesão no tornozelo em 21 de setembro, no duelo contra o Internacional, ao receber um carrinho do zagueiro Nico Hernández (ex-Athletico Paranaense). A previsão inicial era de três meses de recuperação. Agora, segundo a expectativa do agente, é que o atacante retorne na partida contra o Bahia, em 12 de novembro, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Nesse caso, o jogador poderá reforçar o Athletico nas cinco últimas rodadas da competição. O time luta chegar ao G6 e garantir vaga na Libertadores de 2024, ano do centenário do Furacão.

Na mesma entrevista, André Cury também afirmou que está tudo combinado para que Vitor Roque se apresente ao Barcelona em janeiro de 2024. Inicialmente, o Athletico esperava que o jogador só fosse para a Espanha em junho de 2024. “Tudo está preparado para que Vitor Roque acerta com o Barça em janeiro de 2024. Tudo está conversado com os clubes e com o jogador. Nada me diz o contrário. Vitor Roque estará no projeto esportivo do Barça em janeiro de 2024”, afirmou.

O agente também declarou que a disputa do Pré-Olímpico em janeiro de 2024 não será obstáculo para Vitor Roque jogar pelo Barcelona. “O Pre-Olímpico não é Data FIFA. Neste caso, tem que conversar com o Xavi (técnico do Barcelona) e o Laporta (presidente do Barcelona) para ver o que querem fazer. O Barça deve decidir”, comentou.

Em julho de 2023, Barcelona e Athletico divulgaram um acordo pela transferência do jogador. O clube paranaense vai receber 30 milhões de euros pela venda. Esse é o valor fixo, garantido. Outros 26 milhões de euros dependem do desempenho individual de Vitor Roque pelo clube espanhol (gols, número de jogos e títulos, por exemplo).

Vitor Roque é o artilheiro do Athletico no Brasileirão, com 11 gols em 22 jogos. E também o goleador do time na temporada, com 20 gols em 42 partidas.