Durante campanha de respeito, Petraglia mostra o dedo do meio para torcida do Athletico Paranaense

Petraglia, presidente do Athletico, faz sinal ofensivo à torcida

Rebaixado no ano do seu centenário, o clima na Arena da Baixada para o Athletico-PR não era nada bom. Com o presidente Mário Celso Petraglia em um dos camarotes, o tempo fechou quando foi alvo de protestos xingou os próprios torcedores.

Quando avistado pelos torcedores, o mandatário do Rubro Negro não exitou e mostrou o dedo meio, debochando dos torcedores.

O gesto foi repetido várias vezes por Petraglia, que ainda sorria nos camarotes e provocava a ira dos athleticanos. Veja os vídeos abaixo.

LÉO PELÉ

Antes da partida, alvo de ofensas racistas no clássico Atletiba no último fim de semana, o zagueiro Léo Pelé foi homenageado pelo clube. Ele recebeu o uniforme preto, similar ao que o time atuou como forma de apoio. Nas arquibancadas, a torcida entoou o canto “fogo nos racistas”.

RESULTADO

Quando a bola rolou, o resultado foi pior ainda. O Furacão ficou no empate por 1 a 1 contra o Cianorte, pela sexta rodada do Campeonato Paranaense. Belezi, contra, deixou o Leão do Vale em vantagem, mas Di Yorio, decretou o empate. Resultado amplia a série negativa do Athletico-PR, que chegou a quatro jogos sem vencer, aparecendo em sexto lugar, com nove pontos.

Com Petraglia em camarote e apoio a Léo Pelé, Athletico tropeça na Arena

Léo Pele contra o Racismo no Athletico em 2025

Sob os olhos do presidente Mario Celso Petraglia, que foi xingado pela torcida, e com manifestações de apoio ao zagueiro Léo Pelé, o Athletico empatou com o Cianorte, nesta terça-feira (28), por 1 a 1 e ampliou a série negativa no Estadual.

O zagueiro Lucas Belezi fez um gol contra pelos visitantes e o atacante Lucas Di Yorio igualou o placar. O duelo, válido pela sexta rodada do Campeonato Paranaense 2025, foi realizado na Ligga Arena, em Curitiba.

O jogo ficou marcado pelas ações de combate ao racismo após o ataque racista de um torcedor do Coritiba contra o zagueiro Léo Pelé.

O defensor, desfalque por ter sido expulso no clássico, participou de uma ação antes da bola rolar e recebeu o uniforme preto, similar ao que o time atuou como forma de apoio. Nas arquibancadas, a torcida rubro-negra entoou o canto “fogo nos racistas”.

Além disso, a Federação Paranaense de Futebol (FPF) lançou a campanha “Quando começa o racismo, o jogo acaba”. No telão do estádio, foram divulgadas mensagens contra a discriminação

Por fim, o resultado faz com que o Furacão chegue a quatro jogos sem vencer. O time comandado por Maurício Barbieri soma uma derrota para o Azuriz e os empates contra Operário e Coxa.

Ataque irrita torcida, mas gringo marca e mantém fase artilheira

O primeiro tempo ficou marcado pela irritação e cobranças do torcedor rubro-negro na Ligga Arena. O Athletico criou mais e empilhou chances desperdiçadas contra o Cianorte.

O principal alvo da angústia foi o atacante Lucas Di Yorio, que perdeu a maioria das disputas. No entanto, o argentino aproveitou linda jogada de Bruno Zapelli para anotar o gol de empate.

Com isso, Di Yorio se isola mais como artilheiro do Athletico no Campeonato Paranaense. São três gols em seis jogos. Apesar disso, o atacante tem negociações para deixar o Brasil e pode deixar o Furacão em breve.

uracão mantém tabu: Veja os próximos jogos e tabela

O resultado mantém o Cianorte em terceiro lugar, com 10 pontos, e o Athletico na sexta colocação, com um ponto a menos. No entanto, as duas equipes podem perder posições até o fim da rodada.

Na próxima rodada, o Furacão visita o Andraus. O jogo vai acontecer às 16h do próximo domingo (2), na Vila Capanema. No mesmo dia, só que às 18h30, o Leão do Vale recebe o Coritiba no estádio Albino Turbay.

Athletico e Cianorte já tinham se enfrentado 15 vezes na Ligga Arena, sendo que os visitantes jamais venceram. Até então, eram 11 vitórias do Furacão e quatro empates. Com isso, o

Nos números totais, são 28 jogos, com 17 vitórias rubro-negras, seis empates e cinco triunfos do Leão do Vale.

Gols e melhores momentos de Athletico x Cianorte

Petraglia se pronuncia publicamente pela primeira vez após rebaixamento do Athletico

Petraglia no Athletico 2023

O Presidente do Conselho Administrativo do Athletico-PR, Mario Celso Petraglia, declara em carta aberta, nesta noite de domingo (6), atos falhos durante o ano e, de certa maneira, pede desculpa aos torcedores, agradece pelo apoio e reafirma o “pacto” para 2025.

Confira na íntegra o pronunciamento

Saudações rubro-negras,

Estou prestes a completar 30 anos na liderança do Athletico Paranaense. Quem viveu antes disso, sabe: não somos mais o mesmo clube. Mudamos nossa casa, o CT, nossa história e nosso patamar. Mas o futebol não é uma ciência exata. No centenário, fizemos o maior investimento da nossa história. E o resultado está aí para provar que dinheiro não garante sucesso.

Perder batalhas importantes também faz parte do jogo. Mas respeitar a derrota é diferente de aceitá-la. Nossa história prova isso. Cheguei aos 80 anos de vida. E o tempo traz a noção de finitude. Por isso, estou aqui: para honrar o tempo que me resta.

Chego, enfim, ao ponto central deste pronunciamento.

Torcedor Athleticano, sua participação nos últimos jogos em casa mexeu com todos – inclusive comigo. 240 mil rubro-negros lutando pela nossa camisa, mesmo quando o time não correspondia em campo, foi um ato histórico. Isso é sobre participar e pertencer. É sobre a atmosfera que podemos proporcionar a cada jogo – com segurança, com organização, mas também com coração. É sobre o que o Athleticanismo é capaz, sobretudo quando o clube oferece condições. Esse é o pacto. E ele continuará. Só que agora do tamanho da nossa torcida.

Vem aí a maior manifestação de Athleticanismo da nossa história.

Mario Celso Petraglia
Presidente do Conselho Administrativo

Diretoria do Athletico se contradiz publicamente e usa copas para dar um resquício de alegria no centenário

Petraglia como presidente do Athletico Paranaense

Ainda em março, o vice-presidente, Márcio Lara, disse que o Furacão iria priorizar o campeonato nacional. Não é o que tem acontecido dentro de campo.

Em todos os últimos jogos do Brasileirão, Martín Varini poupou alguns titulares e escalou um time misto. E teve um aproveitamento pífio, despencando na tabela.

O Furacão até ganhou do Cuiabá, mas empatou com o Inter e perdeu para Bragantino, Grêmio e Juventude. O clube é apenas o nono colocado, com 29 pontos.

O Furacão tem dois jogos atrasados (contra Atlético-MG e Fluminense). Mas, mesmo que vença esses dois jogos, não alcançará nem o G-6 (grupo de pré-Libertadores).

Em relação ao título do Brasileirão (prioridade do clube, pelo menos no discurso), então, nem se fala. O Athletico já está 17 pontos atrás do líder Botafogo.

“A minha prioridade é colocar os melhores 11 para cada jogo. Quando a gente começa a jogar a cada três dias, para que o time produza, precisa de energia. Não adianta colocar os jogadores por nome”, falou, de forma meio vazia, o comandante rubro-negro.

Copas para salvar o Athletico

Com o Brasileirão cada vez mais distante, o Athletico tentará salvar o centenário com as Copas. Tanto na Sul-Americana quanto na Copa do Brasil, faltam seis jogos para o título.

O caminho, porém, não será nada fácil. Para começar, o Furacão terá que segurar o Belgrano na Argentina com uma vantagem mínima (após a vitória por 2 a 1 na ida).

Se passar pelo Belgrano, o Furacão provavelmente enfrentará o Racing – quarto colocado do Argentino. E a semifinal poderá ter Fortaleza, Rosario Central, Bragantino…

O caminho da Copa do Brasil será definido na terça-feira (20). Mas o Athletico poderá ter times como Atlético-MG, Flamengo e São Paulo pela frente.

Com os erros que tem cometido nas últimas partidas (principalmente no sistema defensivo), o Athletico não pode ser considerado favorito em nenhum desses confrontos.

Resta torcer por um caminho mais “acessível” nas Copas. Ou, claro, corrigir os pontos fracos e tentar se fortalecer para partidas decisivas. Tudo para salvar o centenário.

Para aumentar o desafio, o Athletico não deve fazer muitas contratações. Bruno Praxedes talvez seja o único reforço. Varini terá que tirar leite de pedra. Baita desafio.

Próximos jogos

O Athletico, portanto, volta a campo diante do Belgrano.

  • 22/08, quinta, 19h: Belgrano (fora)
  • 26/08, segunda, 21h: Vasco (fora)
  • 29/08, a definir: quartas de final da Copa do Brasil
  • 01/09, domingo, 16h: Palmeiras (casa)
  • 12 ou 13/09, a definir: quartas de final da Copa do Brasil

Alexandre Leitão deixa o Athletico após atitude que enfureceu Petraglia

O Athetico rompeu com o CEO Alexandre Leitão na noite deste domingo (7), horas depois de o time ter derrotado o Atlético-GO por 2 a 1, em Goiânia. A informação é da jornalista Monque Vilela, do Canal da Monique. Uma incompatibilidade de ideias entre as partes teria sido o motivo.

Leitão não esteve presente com a delegação do Athletico em Goiânia, neste domingo. Ele estaria acompanhando a filha, que sofreu complicações após uma cirurgia. A ausência do dirigente neste e em outros jogos, contudo, não agradou o presidente do clube, Mario Celso Petraglia. Para ele, a presença de Leitão em jogos é importante devido às turbulências pelas quais passa o Athetico desde a saída do técnico Cuca, em 24 de junho.

O desentendimento entre Petraglia e Leitão foi informado pelo jornalista Napoleão de Almeida, da BandNews e do Podcast Sul.

Alexandre Leitão havia sido contratado pelo próprio Petraglia em novembro de 2023, para o cargo de CEO. A ideia é que ele ficasse responsável por toda a administração do clube – um cargo parecido com o que ele exercia no Orlando City, dos Estados Unidos. Em tese, a contratação de Leitão não interferiria na função de Alexandre Mattos que na época era diretor de futebol do clube paranaense. Mas, ainda em novembro, Mattos anunciou que não renovaria com o Furacão foi para o Vasco. Leitão só foi apresentado na Arena em janeiro deste ano.

Cuca se contradiz em resposta ao presidente do Athletico

Cuca em primeira coletiva de imprensa após assumir cargo de técnico no Athletico

O ex-técnico do Athletico-PR, Cuca, rebateu o presidente do clube, Mario Celso Petraglia, que se pronunciou com uma carta fervorosa atacando o comportamento do treinador. Em comunicado enviado por meio da assessoria de imprensa, Cuca disse que tentou proteger o grupo de jogadores, entretanto seu discurso possui contradições.

Contradição 1

No pronunciamento, o técnico primeiro diz: “Não gostaria de ter deixado o trabalho”, mesmo sendo ele quem pediu a demissão. Cuca mesmo afirma que foi ele quem deixou o cargo no mesmo pronunciamento:

“Quando entramos na roda de oração pós-jogo, com todos desolados, não era hora de se buscar culpados. Tentaram! Me senti obrigado a assumir toda a responsabilidade e colocar meu cargo à disposição”, disse em comunicado.

Contradição 2

Em seu comunicado, Cuca também diz que nenhuma demanda foi feita publicamente: “Nenhuma demanda foi feita publicamente, apenas dentro do escopo dessas reuniões [internas]”. Entretanto o técnico em diversas oportunidades solicitou reforços no elenco publicamente, em entrevistas coletivas e até mesmo citando nomes de possíveis jogares, como foi o caso de Gabigol, Keno, Dudu, Jemerson e André Ramalho.

Como tudo aconteceu

Cuca já estava decidido a deixar o cargo na mão da diretoria do Athletico antes mesmo de se dirigir a sala da coletiva de imprensa. Isso, aliás, foi tema na conversa do treinador com os jogadores momentos depois do empate, por 1 a 1, contra o Corinthians nesse domingo, na Ligga Arena, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Antes de se encaminhar para a entrevista coletiva, o treinador reuniu o elenco no vestiário e disse que está fora do Athletico. Em seguida, ele se dirigiu à sala de imprensa da Ligga Arena, onde teria também a presença de Fernandinho, mas a participação do volante foi cancelada.

Na entrevista coletiva, Cuca falou abertamente sobre a conversa que pretendia ter com a diretoria do Athletico para tratar sobre seu futuro. O que ocorreu nesta segunda-feira, quando o elenco se reapresentou para iniciar a preparação visando o jogo contra o Cruzeiro, que será em Belo Horizonte.

O problema é que as palavras utilizadas por Cuca na entrevista não caíram bem com alguns jogadores e dirigentes. Isso porque, o treinador expôs uma situação que era tratada de forma interna. Desta forma, tudo que o técnico falou à imprensa fez quem era a favor dele ficar contrário após o discurso.

Assim que deixou a sala de imprensa na Ligga Arena, Cuca foi chamado por integrantes da torcida organizada que estavam protestando no local, mas sinalizou, com gestos que não iria até eles. Em seguida, o treinador deixou o estádio.

A carta de Petraglia

O presidente do Athletico, Mario Celso Petraglia, detonou Cuca após o técnico ter pedido para sair do clube. Petraglia falou que Cuca deu “piti” após o jogo contra o Corinthians e definiu o técnico como a maior decepção que ele viveu no futebol. Leia aqui na íntegra.

Cuca rebate críticas de Petraglia; “Estou muito triste”

O ex-técnico do Athletico-PR, Cuca rebateu o presidente do clube, Mario Celso Petraglia. Em comunicado enviado por meio da assessoria de imprensa, o treinador disse que tentou proteger o grupo de jogadores.

“Quando entramos na roda de oração pós-jogo, com todos desolados, não era hora de se buscar culpados. Tentaram! Me senti obrigado a assumir toda a responsabilidade e colocar meu cargo à disposição, como forma de resguardar o grupo”, disse em comunicado.

A nota foi divulgada poucas horas depois de Petraglia detonar Cuca. O presidente teceu duras críticas ao treinador. Petraglia se referiu a uma bronca que o treinador deu no elenco após mais um empate sofrido nos acréscimos.

Cuca afirmou nunca ter feito demandas de maneira pública. O treinador agradeceu a oportunidade em poder comandar o time do coração.

O técnico ainda expressou tristeza por abandonar o projeto em andamento. No entanto, ressaltou esperar mais opções no elenco.

“Conheci uma estrutura única mas contava com uma construção de grupo com ainda mais alternativas. Agradeço mais uma vez a oportunidade de poder comandar meu time do coração. Estou muito triste, mas não poderia ter tomado qualquer decisão diferente naquele momento”, pontuou.

Cobrança de Petraglia

O dirigente se referiu a uma bronca que o treinador deu no elenco após mais um empate sofrido nos acréscimos. Nesse domingo (24), pelo terceiro jogo seguido, o Athletico-PR sofreu um gol nos acréscimos e deixou de sair vitorioso no Brasileirão.

A sequência negativa revoltou os torcedores rubro-negros, o que deixou o técnico Cuca indignado na coletiva.

“Já definido perante os atletas que não ficaria e para nossa Diretoria foi para a entrevista coletiva se justificar e transferir a a responsabilidade para a terceiros! Falou em números da folha de pagamento do clube sem nenhuma melhor informação! Não sabemos de onde tirou esses números! Lamentável que um homem que se diz torcedor do Furacão, com 61 anos, tendo treinado grandes clubes não tenha o controle suficiente para esfriar a cabeça e não ter o “piti” como se comportou ontem!”, desabafou Petraglia.

Cuca não gostou do fato da torcida ter atribuído os gols sofridos às escolhas do técnico. Em entrevista após o empate por 1 a 1, em Curitiba, o comandante deixou o cargo à disposição da diretoria. O treinador afirmou que teria uma conversa com o diretor de futebol André Mazzucco sobre a permanência no clube.

“Tenho tentado renovar, mas não consigo. Eu falei aqui, lá no começo, que precisávamos fortalecer. E não vou falar em cima das derrotas. Tem momento em que você também não vai pegar e dar soco em ponta de faca. É ter um jogo aberto com o Mazzucco. De repente, a saída do treinador é melhor. Cria um ânimo novo. Para de tomar gol em cima da hora”, disse.

Presidente do Athletico muda de ideia e apoia paralisação do Brasileirão; CBF cobra urgência

Petraglia como presidente do Athletico Paranaense

O Athletico mudou de posição e passou a apoiar a paralisação do Campeonato Brasileiro devido ao estado de calamidade no Rio Grande do Sul devido às fortes chuvas no estado.

A atitude representa uma mudança de postura do Furacão. Inicialmente, o presidente, Mario Celso Petraglia, havia colocado a estrutura rubro-negra à disposição das equipes gaúchas, mas rechaçado a possibilidade de parar a competição. “Nem pensar”, declarou.

Agora, o Athletico está solidário à solicitação dos clubes gaúchos para a paralisação. O CEO, Alexandre Leitão, já repassou o posicionamento à Liga Forte União (LFU), que decidirá em bloco. A LFU já se pronunciou durante a semana a favor da paralisação.

CBF quer urgência de clubes sobre paralisação

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) solicitou aos presidentes de clubes de todas as séries que se manifestem, de forma expressa e em caráter de urgência, sobre a paralisação do Campeonato Brasileiro devido às fortes chuvas no Rio Grande do Sul.

A informação foi publicada pelo colunista do UOL Lei em Campo. A sugestão da paralisação foi feita pelo ministro dos Esportes, André Fufuca (PP-MA).

Neste sábado (11), o presidente do Atlético-MG, Sérgio Coelho, defendeu que deve haver a pausa do torneio após treino aberto para arrecadar donativos devido à tragédia.

Clubes gaúchos querem paralisação do Brasileirão

O pedido da paralisação já havia sido feito pelos clubes gaúchos. Na Série A, estão Internacional, Juventude e Grêmio. Na Série C, Caxias, São José e Ypiranga.

Na Série D, Avenida, Novo Hamburgo e Brasil de Pelotas. No Brasileiro Feminino, Grêmio e Inter. O desastre no Rio Grande do Sul, causado pelas fortes chuvas que atingem o estado desde o final de abril, já é uma das dez tragédias ambientais com o maior número de mortes do país.

Segundo o boletim divulgado pela Defesa Civil deste sábado (11), 136 mortes foram confirmadas e 125 pessoas estão desaparecidas.

Na contramão, Petraglia se posiciona contra paralisação do Campeonato Brasileiro; “Impossível”

Petraglia como presidente do Athletico Paranaense

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) adiou até 28 de maio apenas as partidas que envolvem clubes gaúchos no Brasileirão e na Copa do Brasil. A entidade anunciou a decisão nesta segunda-feira (7). Os clubes gaúchos faziam uma campanha para que todos os jogos fossem paralisados.

Athletico se posicionou, por meio do presidente de seu conselho administrativo, Mário Celso Petraglia, contra a paralisação da Série A do Campeonato Brasileiro, em decorrência da situação de calamidade pública vivida pelas enchentes no Rio Grande do Sul.

Questionado em pesquisa realizada pela ESPN, Petraglia foi conciso: “Impossível. Além de prejudicar a todos os clubes, não temos datas disponíveis.”

O Athletico ofereceu, inclusive, a estrutura de seu centro de treinamento e da Arena da Baixada a Grêmio e Internacional, para que houvesse a continuidade do torneio. O mês de maio é exemplo de calendário abarrotado para o Furacão, que terá nove partidas, uma a cada três dias.

Pesquisa realizada contou com a resposta de 11 clubes da Série A. Nove foram a favor da paralisação do futebol e apenas dois foram contra. Junto do Athletico, o Atlético-GO também teve posicionamento contrário.

Entre os jogos adiados está a partida de volta da terceira fase da Copa do Brasil entre Athletico e Ypiranga, marcada para o dia 22/05, que, agora, também não tem data definida.

Confira posicionamento oficial:

Em virtude do estado de calamidade pública no Rio Grande do Sul, decretado pelos Governos Federal e Estadual, decorrente dos eventos climáticos extremos ocorridos, a CBF manifesta sua total solidariedade à população gaúcha e reforça que o foco atual é o atendimento às suas necessidades imediatas e emergenciais.

A CBF, na condição de entidade organizadora das competições nacionais, e atenta às suas funções institucionais, bem assim ao esforço humanitário que o momento reclama, reafirma seu irrestrito apoio às autoridades para que todas as medidas e ações sejam adotadas em benefício da população gaúcha, cujo socorro é a prioridade máxima.

Diante do atual cenário, tendo recebido na noite de 06 de maio de 2024 o ofício no. 57/2024, oriundo da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), que encaminhou e endossou o pleito dos seus clubes filiados, a CBF informa que ficam adiadas todas as partidas envolvendo equipes do Rio Grande de Sul nas competições nacionais, como mandante ou visitante, previstas até o dia 27 de maio de 2024.

Petraglia decidiu sozinho mudança de Osório por Cuca, apenas comunicou mudanças

O Athletico-PR viu sua estrutura técnica passar por mudanças significativas nos últimos dias, com decisões tomadas diretamente pelo presidente do clube, Petraglia. Tanto a saída do técnico Osório quanto a contratação de Cuca foram determinações exclusivas do dirigente, que, desta vez, não consultou nenhum outro membro da diretoria, apenas comunicou as decisões e ordenou sua execução.

A demissão de Osório ocorreu logo após a derrota por 1 a 0 contra o Londrina, pelo Campeonato Paranaense de 2024. O treinador, que estava à frente da equipe, foi desligado do cargo sem muitas explicações por parte do clube.

A chegada de Cuca no Athletico-PR foi anunciada nesta segunda-feira (4) como novo técnico.

De acordo com fontes, o contrato de Cuca com o Furacão será até o final de 2024. O comandante iniciará os trabalhos na próxima terça-feira (5), já que o elenco rubro-negro está de folga nesta segunda.

Os auxiliares técnicos Cuquinha e Daniel Cerqueira também vão compor a nova comissão técnica athleticana, ao lado dos profissionais que fazem parte do estafe permanente do Rubro-Negro.