Escalação do Athletico: Osorio tem volta de titulares contra o Operário-PR

O técnico do Athletico, Juan Carlos Osorio, conta com a volta dos titulares para o duelo com o Operário-PR, pelo Campeonato Paranaense.

O jogo da nona rodada será na quinta-feira (15), às 19h, na Arena da Baixada.

Após o clube ter poupado os titulares e o próprio Osorio no 2 a 1 sobre o Londrina, nomes como Thiago Heleno, Fernandinho, Mastriani e companhia devem reassumir a titularidade.

O meia Bruno Zapelli e atacante Cuello também voltam. Zapelli estava machucado, e Cuello, suspenso. Nenhum jogador está suspenso – Madson é o único pendurado.

Assim, um provável Athletico tem Bento; Madson, Thiago Heleno, Mateo Gamarra e Vinícius Kauê; Fernandinho e Erick; Canobbio, Bruno Zapelli e Pablo (Cuello); Mastriani.

Quem era Petraglia antes de chegar no Athletico?

Mario Celso Petraglia e Felipão no Athletico em 2023

Mario Celso Petraglia completou 80 anos no domingo, sendo que quase quatro décadas estão ligadas diretamente ao Athletico. O dirigente polêmico, ambicioso e visionário, querido por jogadores, avesso à imprensa e responsável por mudar o patamar do Furacão.

Gaúcho de Cruzeiro do Sul, Mário Celso Petraglia se mudou para Curitiba na infância. O pai, José Benito Petraglia nasceu em Paysandu, a 378 quilômetros de Montevideu, no Uruguai, e era técnico de balas, doces e chocolates. A mãe, Maria Etlin de Petraglia, nasceu na área rural de Rivera, também no Uruguai, e estudou medicina. Em 1930 eles se mudaram para o Brasil para fugir da crise econômica, na busca por um futuro melhor.

Petraglia nasceu no dia 11 de fevereiro de 1944, o oitavo de dez irmãos. Quando criança, estudou no Colégio Estadual do Paraná. Não era um aluno exemplar em notas, e por isso reprovou na 1ª e na 2ª série do segundo grau. Desanimado, Petraglia ficou um ano longe dos estudos até se matricular no Instituto de Educação do Paraná.

Desde os 12 anos, Petraglia já ajudava a família nas finanças. Trabalhando e estudando ao mesmo tempo, ele conseguiu se formar na Faculdade de Direito de Curitiba, e se especializou em administração.

Em 1971, Petraglia iniciou a carreira como diretor financeiro na Enco Engenharia Comércio. Uma carreira que teve sequência na Inebrasa e na Inepar. Nesta última, uma das maiores empresas de infraestrutura do Brasil, ele tornou-se sócio minoritário. Foi ali que Petraglia conheceu alguns dos homens mais poderosos do Paraná, como Ophir Woitoviz, Algaci Tulio e Jaime Lerner.

Futebol e politica andam lado a lado no Paraná, e no Brasil. Temos inúmeros exemplos de cartolas que foram deputados ou senadores. O relacionamento político de Petraglia foi essencial para o Athletico, ele soube usar os contatos dele para fazer as coisas acontecerem a favor do clube.

explica Filipe Andretta, jornalista e advogado criador do documentário ‘Senhor da Razão?’, sobre Mário Celso Petraglia.

— Conheço o Petraglia desde a fase empresarial, até a parte política e depois no futebol. O futebol sempre foi muito presente na vida dele. Sempre foi um financista de mão cheia, sabe como fazer as coisas – lembra Cássio Taniguchi, ex-prefeito de Curitiba.

— Ele sempre foi muito empreendedor e um apaixonado por tudo que fazia. Foi companheiro nosso nas campanhas do Lerner. Vejo o Athletico como uma das glórias da cidade de Curitiba, por mais que seja o grande rival do meu Coritiba… não guardo rancor – brinca Rafael Greca, prefeito de Curitiba.

Petraglia já fazia parte da retaguarda atleticana desde 1970, e em 1984 foi convidado por Valmor Zimermann para fazer parte da diretoria do clube. Um empresário em construção, diante de um Athletico afundado em dívidas e sem o patrimônio que tem hoje.

Em 1994, Petraglia foi coordenador e tesoureiro da campanha do governo de Lerner. No ano seguinte, começa a Revolução Atleticana. Ele estava pronto. Em 1995, Petraglia assume a presidência do Athletico pela primeira vez.

— Todo gênio é difícil. O gênio é uma pessoa diferenciada intelectualmente e preparada para muitas realizações. O relacionamento do dia-a-dia e as relações sociais não são as mesmas de pessoas comuns – crava o cronista esportivo Carneiro Neto.

O Mário era muito poderoso politicamente e eu achava que com ele conseguiríamos dar um “up”, um salto, para sair do marasmo que foi de 1995 para trás. Sempre atrás de dinheiro, com jogador mais ou menos, um time medíocre. 1995 foi um marco divisório do Athletico.

lembra Hussein Zraik, último presidente do Athletico antes de Petraglia.

O segundo episódio da série sobre os 80 anos de Petraglia explica, nesta quarta-feira, por que Petraglia diz ter transformado um “time de bairro” em um clube que incomoda gigantes brasileiros e da América do Sul.

Mário Celso Petraglia é sinônimo de ambição, entusiasmo, inovação e rebeldia, e símbolo de uma nova era no Athletico, a partir das conquistas do Campeonato Brasileiro (2001), da Copa do Brasil (2019) e da Sul-Americana (2018 e 2021).

Bruno Zapelli volta de lesão e é opção para Juan Carlos Osorio contra o Operário

O meio-campista Bruno Zapelli está de volta aos gramados após se recuperar de uma lesão na coxa. O jogador, que sofreu a lesão durante o confronto contra o Londrina pelo campeonato paranaense, participou normalmente do treinamento desta segunda-feira.

A lesão de Zapelli deixou os torcedores preocupados com a possibilidade de uma ausência prolongada, mas sua rápida recuperação é um alívio para a equipe técnica e para os fãs do Furacão. Com sua volta aos treinos, o meio-campista demonstrou estar em boa forma física e pronto para retomar suas atividades em campo.

Juan Carlos Osorio, técnico do Athletico Paranaense, recebe com entusiasmo a notícia da disponibilidade de Bruno Zapelli para o próximo confronto do time. O jogador é uma peça chave no meio de campo e sua presença pode fortalecer a equipe na busca por mais uma vitória.

O próximo desafio do Athletico Paranaense é contra o Operário-PR, marcado para quinta-feira.

Athletico tem recorde de estrangeiros e pode usar ‘linha de frente’ toda gringa

O Athletico conta com dez jogadores estrangeiros no atual elenco, além do técnico Joan Carlos Osorio (que também é estrangeiro; veio da Colômbia). No começo do ano, ele usou um esquema 4-1-4-1. Nesse caso, seria possível escalar toda a linha de frente apenas com gringos. Só não dá para utilizar os dez ao mesmo tempo porque o regulamento do Brasileirão e da Copa do Brasil estabelece um limite de sete gringos por partida – e os campeonatos estaduais seguem a mesma regra.

Os estrangeiros são o lateral-direito Leo Godoy (Argentina), o zagueiro Gamarra (Paraguai), o lateral-esquerdo Esquivel (Argentina), os pontas Cuello (Argentina), Canobbio (Uruguai) e Fernando Nava (Bolívia), os meias Zapelli (Argentina) e Romeo Benitez (Paraguai) e o centroavantes Mastriani (Uruguai) e Arriagada (Chile).

No esquema 4-1-4-1, Osorio poderia escalar Canobbio e Cuello nas pontas, Zapelli e Benitez de meias-centrais e Mastriani de centroavante. Ainda seria possível escalar dois laterais estrangeiros – Leo Godoy e Esquivel. Ou um desses laterais e mais o zagueiro Gamarra (que também pode jogar de lateral e até já jogou no meio-de-campo).

De todos os estrangeiros do elenco, ainda não jogaram Leo Godoy (recuperação física), Esquivel, Arriagada e Nava (que estavam com suas seleções no Sul-Americano sub-23, encerrado no último domingo)

Em 2023, o Athletico já tinha um recorde histórico de estrangeiros em seu elenco, com sete ao todo. Esquivel, Zapelli, Cuello, Arriagada, Canobbio e Nava já estavam na temporada, e ainda havia o chileno Arturo Vidal, que neste ano assinou com o Colo Colo (Chile).

Cirino faz primeiro gol após dois anos: “Momentos difíceis”

atacante Marcelo Cirino fez o primeiro gol dele com a camisa do Operário-PR na vitória por 4 a 0 contra o Andraus, pela 8ª rodada do Campeonato Paranaense. Ex-Athletico e Flamengo, ele completaria, neste dia 12 de fevereiro, exatos dois anos sem fazer gols. Um dia antes, ele balançou a rede.

“Nos últimos dois anos passei por momentos difíceis e de muitas incertezas por conta das lesões. Foi muito tempo sem poder fazer o que mais amo, e muitas perguntas sem respostas. Hoje volto a marcar um gol com bola rolando. Um gol muito importante, não apenas pela vitória e por mais um degrau nessa nossa sequência no Campeonato Paranaense, mas principalmente por coroar um período todo de dedicação e trabalho”, escreveu Cirino, nas redes sociais.

“Que seja o primeiro de muitos com essa camisa, de um clube que me abraçou neste ano e que tem muitos objetivos para 2024”.

projeta o atacante Marcelo Cirino

O último gol de Marcelo Cirino tinha sido também em uma goleada, na Copa do Nordeste. Ele estava no Bahia, que venceu o Globo por 5 a 0 naquele dia. Assim como em Operário-PR x Andraus, Cirino fez o último gol do jogo.

Elogiado pelo técnico Rafael Guanaes depois da vitória do Operário-PR contra o São Joseense, na 7ª rodada, Cirino foi escolhido para entrar em campo aos 15 minutos do segundo tempo contra o Andraus. Ele balançou as redes aos 40 minutos, completando a jogada do estreante Filipe Claudino, revelado pelas categorias de base do Operário-PR.

Marcelo Cirino estava livre no mercado desde que deixou o Athletico, em novembro, e foi anunciado pelo Operário-PR em janeiro. O atacante de 32 anos foi revelado pelo Furacão e viveu os melhores momentos da carreira com o clube paranaense. Ele jogou também pelo Flamengo, entre 2015 e 2017, e tem passagens por Vitória, Internacional, Bahia, além dos Emirados Árabes Unidos e da China.

O próximo compromisso do Operário-PR será justamente contra o Athletico, ex-clube de Cirino. Os times se enfrentam na quinta-feira, às 19h, na Ligga Arena.

“O Athletico está passando por um choque de gestão que há muito tempo não passava”; afirma jornalista

A jornalista, Monique Vilela, afirmou que a SAF tem gerado mudanças e choques na gestão do Athletico e que internamente, todos os departamentos estão sendo analisados.

A ideia do clube, segundo ela, é eliminar vícios e aumentar rendimento do clube. Essas reavaliações internas são para a preparação da vinda da SAF no Furacão.

“O Athletico está passando por um choque de gestão que há muito tempo não passava. Internamente, todos os departamentos estão passando por análises e ajustes, para que o rendimento seja o melhor possível, e a organização seja a melhor também. Esse choque de gestão vem tentado tirar amarras e vícios de dia a dia de trabalho, além de encaixar funções, ideias e pessoas dentro da estrutura do clube. As mudanças vem acontecendo aos poucos, e todos vão passar por essas reavaliações. Tudo isso serve como preparação do clube para a vinda da SAF – ainda sem prazo pra acontecer.”

Monique Vilela, jornalista.

Com oito escalações diferentes, Osorio usa 28 atletas e tem nomes para estrear

O técnico Juan Carlos Osorio segue fazendo testes no Athletico. Sem nem sequer viajar para Londrina, o treinador utilizou um time praticamente todo reserva na vitória por 2 a 1, no Estádio do Café, pela oitava rodada do Campeonato Paranaense.

O treinador já colocou em campo oito escalações diferentes e testou 28 jogadores no período. O ataque (com 10 atletas diferentes) e a zaga (com cinco) são os setores com mais nomes utilizados. Sem mencionar que nenhum marca posição na equipe do colombiano, Pablo e Benítez, por exemplo, jogaram recentemente de meias, na zona 14, tão citada pelo treinador em entrevistas.

Além disso, apenas três jogadores entraram em campo em todas as partidas: o zagueiro Kaique Rocha (602 minutos), o lateral-esquerdo Vinicius Kauê (499 minutos) e o atacante Julimar (486 minutos). Mas nenhum deles foi titular em todas as oito rodadas.

O elenco principal ainda tem nomes importantes que não estrearam: os reforços Leo Godoy (recuperando-se de lesão) e Lucas Di Yorio (aguardando registro no BID), os laterais Esquivel (Pré-Olímpico) e Fernando (fase final de recuperação de lesão grave), o volante Kawan (recém recuperado de lesão grave) e o atacante Arriagada (Pré-Olímpico).

“É uma filosofia, um comportamento de vida [rodízio de jogadores]. Acredito que todos os seres humanos merecem oportunidades. Procuro ser justo, sempre buscando o melhor para o time, em cada jogo. Para ter um bom elenco, não bastam 11, mas sim um grupo. A ideia é a mesma, mudam as peças, os atores. Todos merecem oportunidades”, disse o treinador sobre seu perfil após a vitória sobre o Cascavel, pela sétima rodada.

O Athletico está na liderança isolada do Estadual, com 20 pontos, e se classificou à próxima fase com três rodadas de antecedência. O Furacão volta a campo contra o Operário na quinta-feira (15), às 19h, na Ligga Arena, pela nona rodada.

Veja todas as escalações do Athletico em oito rodadas:

Andraus 0x2 Athletico: Bento; Madson (Romeo Benítez) , Kaique Rocha, Gamarra e Vinicius Kauê; Fernandinho (Hugo Moura), Erick e Alex Santana (Zapelli); Cuello, Canobbio (Jader) e Julimar (Pablo).

Azuriz 0x0 Athletico: Bento; Madson (Julimar), Kaique Rocha, Gamarra e Vinicius Kauê; Hugo Moura, Alex Santana (Erick) e Zapelli; Jader (Danielzinho), Canobbio (Cuello) e Rômulo (Pablo).

Athletico 1×1 Maringá: Bento; Madson, Kaique Rocha, Lucas Belezi e Vinicius Kauê (Gamarra); Erick, Fernandinho, Canobbio, Cuello e Romeo Benítez (Alex Santana); Pablo (Julimar).

Athletico 2×1 Galo Maringá: Bento; Cuello, Lucas Belezi, Thiago Heleno e Gamarra (Kaique Rocha); Hugo Moura (Madson), Erick e Alex Santana (Pablo); Jader (Vinicius Kauê), Romeo Benítez (Zapelli) e Julimar.

Cianorte 0x1 Athletico: Léo Linck; Madson, Kaique Rocha, Gamarra e Vinicius Kauê (Jader); Hugo Moura, Erick e Zapelli (Belezi); Cuello, Julimar (Danielzinho) e Pablo (Matheus Babi).

Athletico 4×0 PSTC: Léo Linck; Pedro Henrique, Thiago Heleno e Kaique Rocha; Cuello (Canobbio); Fernandinho (Hugo Moura); Christian (Gamarra) e Vinicius Kauê (Erick); Zapelli; Julimar e Pablo (Mastriani).

Athletico 1×0 Cascavel: Bento; Madson, Thiago Heleno, Gamarra e Vinicius Kauê (Christian); Fernandinho, Erick, Canobbio e Cuello (Kaique Rocha); Pablo (Zapelli) (Jader) e Mastriani (Julimar).

Londrina 1×2 Athletico: Léo Linck; Kaique Rocha, Belezi e Pedro Henrique; Hugo Moura, Christian, Vinicius Kauê e Jader (Dudu); Romeo Benítez (Danielzinho), Julimar e Walace (Petterson).

Rodagem de elenco do Athletico é explicada e destaca chance para os jovens

Athletico poupou os titulares, mas conquistou a virada por 2 a 1 sobre o Londrina. O resultado garantiu o Furacão de maneira antecipada para as quartas de final do Campeonato Paranaense.

Além dos jogadores, o técnico Juan Carlos Osório também não viajou para Londrina. O Rubro-Negro foi comandado pelo auxiliar Yury Londoño, que explicou a decisão de não relacionar os principais nomes.

“Em nosso rodízio, tratamos de identificar os jogadores que possam desempenhar determinadas tarefas em campo e também de fazer a rotação do elenco. Não está sendo fácil, partida após partida, com pouco tempo de recuperação. Mas estamos conseguindo, através do nosso comportamento e nossas ideias, não renunciar em nenhum momento ao controle do jogo”, explicou o assistente.

Os dois gols da vitória do Athletico foram marcados pelos atacantes Romeo Benítez e Petterson, reforços contratados para a temporada. Além das contratações, o time athleticano contou com jovens em campo, entre eles o zagueiro Lucas Belezi, o meia Dudu e o atacante Walace.

“Nós gostamos, porque temos que dar oportunidade aos jovens do elenco. Sabíamos que o rival era uma equipe muito atlética, mas sabemos do potencial dos nossos atletas e eles não decepcionaram. Entraram bem no momento em que tinham que entrar e desempenharam bem suas tarefas”.

disse Londoño.

O Athletico jogou pela última vez longe de Curitiba na fase de classificação. O Rubro-Negro joga na Ligga Arena contra Operário e São Joseense, e disputa o clássico com o Coritiba no Couto Pereira.

AGENDA DO ATHLETICO

  • Operário – quinta-feira (15/02), às 19h, na Ligga Arena (Campeonato Paranaense)
  • Coritiba – domingo (18/02), às 18h30, no Couto Pereira (Campeonato Paranaense)
  • São Joseense – domingo (25/02), às 16h, na Ligga Arena (Campeonato Paranaense)

Kaique Rocha e Romeo Benítez são os melhores em campo pelo Furacão

Com um time repleto de novidades e até mesmo um técnico interino (o auxiliar Yoni Londoño é quem ficou à beira do campo, uma vez que Juan Carlos Osorio ficou em Curitiba), o Athletico engatou na tarde deste sábado (10 de fevereiro) a quinta marcha no Campeonato Paranaense. Jogando no Estádio do Café, o Furacão conseguiu se impor mesmo com um time alternativo e o forte calor no interior do Paraná, vencendo de virada o Londrina por 2 a 1, gols marcados por Peu, Romeo Benítez e Petterson.

Abaixo, você confere mais detalhes sobre o desempenho dos jogadores do Furacão que estiveram em campo no Estádio do Café.

ATUAÇÕES DO ATHLETICO

Léo Linck (6,5)
Não teve culpa no gol sofrido e foi bem nos outros lances em que foi acionado.

Pedro Henrique (6,5)
Desempenho seguro, com destaque para a cobertura numa chegada de Henrique Rafael, aos 43-2º.

Kaique Rocha (7,0)
Acertou uma bela assistência para o gol de Benítez e fez uma atuação segura na defesa.

Lucas Belezi (6,0)
Falhou no lance do gol do Londrina, mas se redimiu depois participando do tento da virada.

Julimar (6,5)
Jogou como ala pela direita e depois de atacante, participando do lance do gol da virada.

Hugo Moura (6,0)
Desempenho seguro defensivamente e cometeu poucos erros na saída de bola.

Christian (6,0)
Teve um desempenho regular, mas apareceu pouco como uma peça que poderia desequilibrar.

Vinicius Kauê (6,0)
Perdeu uma grande chance de gol no começo do segundo tempo.

Jader (6,0)
Conseguiu um bom cruzamento e um cabeceio perigoso enquanto esteve em campo.

Dudu (S/N)
Entrou aos 32-2º. Ficou pouco tempo em campo. Sem nota.

Romeo Benítez (7,0)
Mostrou categoria no lance em que marcou seu primeiro gol com a camisa rubro-negra.

Danielzinho (6,0)
Entrou aos 19-2º e ajudou a segurar a pressão do Londrina na reta final da partida.

Walace (6,0)
Mostrou muita entrega em sua estreia e conseguiu algumas finalizações.

Petterson (7,0)
Entrou aos 19-2º e em sua primeira participação fez o gol da virada athleticana.

Estão perseguindo-o na Espanha: Vitor Roque revela o que árbitro disse após expulsá-lo no Barcelona

Jogadores brasileiros que vão para a Europa por vezes demoram a se adaptar. Alguns persistem e continuam atuando no velho continente, já outros retornam ao futebol brasileiro procurando outros rumos.

Mas não é só a bola que dita o ritmo do futebol no exterior. Questões culturais, torcida e influências internas e externas são enfrentadas pelos atletas dia após dia, como uma espécie de ‘provação’.

O ex-jogador do Athletico, Vitor Roque, parece estar vivendo essas ‘provações’ nos seus primeiros meses de Barcelona. O jogador está lutando pela titularidade e tentando se adaptar ao futebol espanhol.

No último sábado (3), ao entrar no segundo tempo da partida contra o Alavés, Vitor Roque marcou o terceiro gol da equipe Catalã. Após o gol, em 7 minutos o jogador recebeu dois cartões amarelos e foi expulso.

Motivo da expulsão

O primeiro cartão amarelo foi dado pelo árbitro Juan Martínez em decorrência de uma disputa que derrubou o rival. Já o segundo amarelo foi polêmico: Vitor Roque foi dividir a bola com Rafa Marín e pulou para evitar o carrinho frontal.

Mesmo com o carrinho tendo apenas raspado a perna de Marín, o árbitro aplicou o segundo amarelo no brasileiro. Na súmula o Juan Martínez escreveu que expulsou Vitor Roque por “golpear com o pé a perna de um adversário de maneira temerária”.

O Barcelona tentou um recurso, mas a expulsão de Vitor Roque contra o Alavés não foi anulada, com o brasileiro tendo que cumprir suspensão neste domingo (11), contra o Granada.

Palavras de Vitor Roque

Ele tinha me falado: “Aqui não é igual o Brasil”. Só falou isso. Eu falei: “Mas não foi falta”. Ele falou: “Aqui não é igual o Brasil“. Eu simplesmente respeitei  a decisão dele e saí de campo”, disse Vitor Roque.

O jogador do Barcelona ainda disse em entrevista que não entendeu muito bem o motivo do segundo cartão aplicado: “De início não entendi. Foi uma jogada em que o defensor deles veio com a sola, quando vejo, tento tirar o pé, para não me machucar e também não acertar ele. Ele começa a gritar, o árbitro vai na dele e dá o amarelo para mim – descreve o brasileiro”.

Vitor Roque ainda manifestou sua decepção em estar fora do próximo jogo do Barça: “Queria estar em campo para ajudar os companheiros, como vinha ajudando. mas agora tenho que manter a cabeça tranquila e seguir trabalhando”, disse Roque.