Santos só venceu o Athletico duas vezes na Ligga Arena desde o gramado sintético

Santos precisa vencer o Athletico-PR, neste domingo (3), na Ligga Arena, se quiser ganhar tranquilidade na briga contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. No entanto, o retrospecto do Peixe atuando na casa do Furacão desde a inauguração do gramado sintético, em 2016, não é nada favorável.

Na grama artificial, em Curitiba (PR), as equipes já se enfrentaram oito vezes, com apenas duas vitórias santistas. Os rubro-negros triunfaram em cinco oportunidades, além de dois empates. Assim, a equipe do litoral paulista possui um aproveitamento de cerca de 29%.

Além disso, nos confrontos realizados nesse recorte, o Alvinegro Praiano marcou cinco gols, enquanto os paranaenses balançaram as redes oito vezes.

Apesar do retrospecto, Santos não perde em Curitiba desde 2021

Os êxitos do Santos aconteceram nos Brasileirões de 2017 e 2021. Inclusive, apesar do retrospecto desfavorável, o Peixe não perdeu nas últimas duas visitas que fez ao Athletico-PR —  embate da temporada passada terminou empatado em 2 a 2.

Vale ressaltar que, no período, os clubes duelaram pelas oitavas de final da Copa Libertadores, com vitória santista por 3 a 2. No entanto, o encontro aconteceu na Vila Capanema, também em Curitiba.

Na busca pela recuperação no torneio nacional, o Santos terá que superar o gramado sintético mais uma vez. O embate diante do Athletico-PR, válido pela 37ª — e penúltima — rodada do Brasileirão, acontece neste domingo (3), às 18h30 (de Brasília), na Ligga Arena.

Por fim, o Peixe ocupa a 15ª colocação da tabela, com 43 pontos somados — dois acima do Bahia, que abre a zona de rebaixamento. O Furacão, por sua vez, é o oitavo, com 53 unidades, e não tem mais chances de classificação à Libertadores.

Wesley Carvalho admite o que levou Athletico a ficar fora da Libertadores

O grande objetivo do Athletico-PR após a eliminação na Libertadores e também na Copa do Brasil, era conquistar uma vaga na próxima edição do torneio continental através do Campeonato Brasileiro.

Afinal, na próxima temporada acontece o centenário do clube e a equipe gostaria de disputar a Libertadores. No entanto, isso não vai acontecer. Já que com duas rodadas restantes, o Furacão não tem mais chances de entrar no G-6.

Em resumo, na última quinta-feira (30), o Furacão encarou o Cruzeiro, fora de casa. Depois de abrir o placar com Vitor Roque, a equipe paranaense sofreu o empate e somou apenas um ponto, o que encerrou de vez as chances de G-6.

Após a partida, o técnico interino, Wesley Carvalho, lamentou o empate e principalmente o fato do time não ter mais chances de se classificar para a Libertadores. O treinador ainda levantou alguns motivos para a queda do Furacão.

Fala de Wesley Carvalho sobre Libertadores

“A expectativa do clube, dos torcedores, a nossa, a dos atletas, da comissão técnica, do Athletico como um todo, obviamente, era de chegar a uma Libertadores, de conquistar algum título”, disse, que ainda completou:

“Os motivos, tivemos algumas complicações, perdemos alguns jogadores, tivemos que nos reinventar durante a competição. Em alguns momentos tivemos êxito, em outros não fomos tão felizes”

concluiu.

Faltando duas rodadas para o fim do Campeonato Brasileiro, o Athletico não tem mais grandes objetivos na competição. Afinal, sem chances de disputar a Libertadores, o Furacão já está garantido na Sul-Americana em 2024.

Athletico manda recado à Vitor Roque: “Até Breve”

O Athletico-PR dá sequência aos compromissos pelo Campeonato Brasileiro neste domingo. A equipe comandada pelo interino Wesley Carvalho recebe o Santos, na Ligga Arena.

O duelo contra o Peixe segue sendo de extrema importância para que a equipe garanta uma vaga direta na Copa Libertadores. Atualmente, o Athletico figura na oitava colocação da tabela de classificação com 53 pontos conquistados.

De modo geral, o Furacão conta com 36 jogos disputados, com 13 vitórias, 14 empates e nove derrotas. Além disso, obteve a marca de 48 gols marcados. A equipe, no entanto, vem de quatro empates seguidos.

Fora a importância do resultado positivo, a partida também marca a despedida oficial do Vitor Roque. O clube veio às redes sociais na tarde deste sábado (2) e anunciou oficialmente saída do atacante.

Rumo ao Barça

UM ATÉ BREVE! O último ato ao lado da torcida athleticana. O jogo contra o Santos será o último do Vitor Roque na Ligga Arena antes do embarque para a Europa“, escreveu o clube nas redes sociais.

Vitor Roque está de saída do Athletico rumo ao Barcelona, da Espanha. O acordo entre os time aconteceu ainda no meio do ano, especificamente em julho. No entanto, as conversas avançaram ainda mais nos últimos dias e o jogador viaja no final deste mês.

Petraglia afirma que todos os clubes brasileiros tem inveja do Athletico

Petraglia no Athletico 2023

Nos últimos anos o Athletico elevou seu nível no cenário nacional e internacional do futebol. Só a exemplo, nos dois anos anteriores o time se classificou para as finais da Copa do Brasil e da Libertadores da América.

Muito dessa competitividade criada pelo clube, se deve a gestão do presidente Mário Celso Petraglia e de seus dirigentes, como é o caso de Alexandre Mattos, um dos executivos do clube.

Para Petraglia, a administração bem resolvida do Athletico e a luta por títulos, fez com que outros times do futebol brasileiro tivessem ‘inveja’ do Furacão.

“Criamos uma das valiosas marcas do esporte brasileiro e uma condição econômico-financeira invejada por todos os times”.

escreveu o presidente em entrevista, em carta publicada na quarta-feira (29).

Palavras de Petraglia

“Devo registrar que os mais novos não fazem ideia do que era o Athletico antes dessa transformação. Um clube sem estádio, sem CT, brigando por títulos menores e se equilibrando para ficar na primeira divisão”.

comentou Petraglia.

Para a próxima temporada, o Athletico não têm mais chances matemáticas de alcançar uma vaga na Libertadores da América, o que deve interferir no faturamento do clube.

Botafogo pune torcida na reta final do campeonato

Mais uma vez o Botafogo viu sua torcida encher o estádio Nilton Santos, cantando a plenos pulmões e apoiando o time até o final, como diz o canto das arquibancadas. Uma festa com bandeiras, cânticos e um acreditar único. Quem esteve presente no estádio, viu a união entre torcedores, preocupados mas acreditando, apoiando, cantando e gritando pelo time.

O Botafogo abriu o placar com gol de Danilo Barbosa. Jogador pede passagem no time faz tempo, carimbando a titularidade com belo gol de cabeça. Uma verdadeira explosão de alegria, meio a abraços entre conhecidos e desconhecidos.

Mesmo quando viu Tiquinho Soares perder um gol feito, cantou em apoio ao jogador, que vive fase terrível. Mesmo quando viu Eduardo e Junior Santos perdendo oportunidades de ampliar o placar, cantou com vontade, apoiando o time a seguir atento durante o jogo.

Mas no fim, o que o torcedor recebeu após tanto cantar e apoiar, foi o amargo empate no fim do jogo. Muito se reclamou nas arquibancadas com a entrada de Di Placido, e o fim foi ele que abriu caminho para Soteldo cruzar na cabeça de Messias, empatando a partida passados 45 minutos.

Com o empate, o Botafogo viu a chance de reassumir a liderança ir embora. E pra amargar ainda mais o dissabor do resultado, também viu o Flamengo, adversário direto, assumir a vice liderança.

Restam apenas 3 jogos para o fim do campeonato, que segue em aberto na briga pelo titulo. Palmeiras, Flamengo, Botafogo e Atletico Mineiro brigam pelo titulo do campeonato brasileiro 2023.

Maracanã pode ser fechado como punição a CBF

A partida entre Brasil e Argentina começou com cerca de 30 minutos de atraso, devido a uma briga generalizada em parte da arquibancada. A seleção Argentina inclusive voltou pro vestiário, com jogadores e toda comissão técnica liderados por Lionel Messi, que demonstrou extrema insatisfação com o acontecimento, após o final da partida.

Foi decidido por abrir os setores para torcida mista, mesmo com os recentes conflitos entre torcedores brasileiros e argentinos, principalmente na final da libertadores, no próprio Maracanã. Por isso, como responsável legal, a CBF vai responder um processo disciplinar na FIFA.

Durante a confusão, cadeiras foram arrancadas e arremessadas entre torcedores, que foram contidos com repressão violenta da policia.

A briga entre torcedores argentinos, brasileiros e policia, resulta agora em um processo disciplinar aplicado pela FIFA contra a CBF. Em situações como essa, as punições mais recorrentes são multa e fechamento parcial ou total do estádio.

Brasil beira repescagem nas eliminatórias

A derrota da seleção teve um dissabor ainda mais amargo na noite dessa terça feira. Afinal, pela primeira vez na história das eliminatórias, a seleção brasileira foi derrotada em casa. E como se não bastasse, a quebra desse tabu histórico veio contra a Argentina, por 1 a 0, com direito a torcida gritando “olé”.

Antes mesmo da partida começar, as tais cenas lamentáveis marcaram mais uma vez, a briga de torcedores. Briga com tamanho que ainda não tinha se visto dentro do novo Maracanã. Indícios de uma noite tenebrosa.

Após o fim do caos dentro do estádio, a partida começou a toda adrenalina, inclusive jogadores da seleção brasileira entrando fora do tom em divididas, gerando dois cartões amarelos ainda no começo do primeiro tempo. O alvo da noite foi Rodrigo Javier De Paul, que além de apanhar a noite toda, sofreu a falta que gerou cartão vermelho para Joelinton no segundo tempo.

Uma noite praticamente sem brilho de jogadores brasileiros. Uma seleção que além de não encantar, fez ambas torcidas ecoarem olé dentro do estádio.

Para muitos o resultado era esperado. Inclusive o que mais se falava nos arredores era a expectativa para ver Messi pela última vez no Maracanã. Mas no fim, a frustração da torcida brasileira foi ainda maior, pois o craque argentino sentiu o pubis durante boa parte da partida e pouco se apresentou para o jogo. Mesmo assim, a Argentina encontrou espaço e aos 17 minutos do segundo tempo, em escanteio bem cobrado, Otamendi cabeceou para o fundo das redes.

Com a vitoria a Argentina foi a 15 pontos na primeira colocação. Enquanto isso, Brasil cai para a sexta colocação, com apenas 7 pontos.

Brasil pode ter ano com mais derrotas que vitórias pela primeira vez em 60 anos

Pela primeira vez em seis décadas, a seleção brasileira corre risco de fechar um ano com mais derrotas do que vitórias. A menos que interrompa sua série de resultados ruins (empate em casa com a Venezuela e derrotas como visitante para Uruguai e Colômbia, todos pelas eliminatórias da Copa do Mundo-2026) e consiga bater a atual campeã mundial, Argentina, terça-feira, no Maracanã, o time da CBF atingirá uma marca histórica… no pior sentido possível.

Em 57 dos últimos 59 anos, o Brasil venceu mais do que perdeu. Em 1984 e 2001, houve empate no número de jogos que valeram três e zero pontos. E, para encontrar uma temporada em que a equipe canarinho ficou “no vermelho”, é preciso retornar aos tempos que a seleção ainda era bicampeã mundial.

Ano para esquecer

Entre amistosos e compromissos das eliminatórias, a equipe canarinho já foi a campo oito vezes neste ano. Seu retrospecto é de três vitórias, um empate e nada menos que quatro derrotas.

Enquanto era comandada pelo interino Ramón Menezes, a seleção perdeu dois dos três jogos que disputou, contra Marrocos e Senegal, duas das principais forças do futebol africano. A única vitória foi conquistada sobre o bem menos tradicional Guiné.

Os resultados não melhoraram muito depois que Fernando Diniz assumiu o cargo (a princípio, só até o fim do contrato de Carlo Ancelotti com o Real Madrid, em junho de 2024). Com o novo treinador, o Brasil até venceu Bolívia e Peru nas duas primeiras rodadas do qualificatório. Mas, na sequência, emendou a sequência de tropeços atual.

E como foi em 1963?

Sessenta anos atrás, o Brasil teve uma temporada para ser esquecida logo depois de conquistar pela segunda vez a Copa do Mundo.

Em 1963, os recém-campeões do torneio mais importante do planeta perderam oito dos 18 jogos oficiais que disputaram (também tiveram sete vitórias e três empates).

Mas, diferente de agora, a seleção disputou boa parte dos seus compromissos com uma equipe alternativa. Pelé, Coutinho, Zito e cia. só participaram de uma pesada série de amistosos jogada entre os meses de abril e maio (enfrentaram Alemanha, Inglaterra, Itália, Holanda e França, entre outros).

Na Copa América daquele ano, o Brasil foi representado por um time B, sem nenhum campeão mundial. O resultado foi bem decepcionante: a equipe perdeu para Paraguai, Argentina e Bolívia e terminou a competição no quarto lugar.

Risco de não ir à Copa?

Apesar da sequência de tropeços, o Brasil ainda está dentro da zona de classificação para a Copa-2026. A equipe canarinho ocupa a quinta colocação das eliminatórias, com sete pontos conquistados, três a mais que Equador, Paraguai e Chile, que aparecem logo na sequência.

Com a ampliação no número de participantes do Mundial, a América do Sul tem agora direito a seis vagas diretas para o torneio. O sétimo colocado do qualificatório ainda participará de uma repescagem global contra adversários de outros continentes.

A próxima Copa, que será organizada em conjunto por Canadá, Estados Unidos e México, será a primeira da história com a participação de 48 seleções. Entre a França-1998 e o Qatar-2022, a competição teve o mesmo formato de disputa, com a presença de 32 equipes.

Com futuro indefinido, Vitor Roque vira a esperança do Athletico nos últimos jogos do Brasileirão

A parada de 13 dias no Campeonato Brasileiro tem muitos benefícios para o Athletico. Desgastado, o elenco tem um período de descanso pra lá de necessário. A interrupção também pode servir para arrumar a casa após cinco jogos sem vitória. Mas, acima de tudo, 13 dias sem jogos são 13 dias a mais para que Vitor Roque possa voltar aos campos nas rodadas finais do Brasileirão. Com forte queda de rendimento desde a lesão do camisa 9, o retorno virou a grande esperança do Furacão.

Um retorno que pode se transformar numa permanência. Desde que iniciou o tratamento da lesão ligamentar no tornozelo, Vitor Roque teve uma agenda de bastidores muito agitada. E nem se fala aqui do casamento dele, mas sim das conversas entre seus representantes com Athletico e Barcelona pela liberação dele ao final do Brasileirão. Depois de muitas negociações, o Furacão aceitou a saída antecipada, mas este caso está se inclinando para outra reviravolta.

No final de semana passada, a rádio RAC1, de Barcelona, cravou que Vitor Roque vai ficar no Athletico até a metade de 2024 – portanto, cumprindo o acordo fechado em julho entre o clube e o Barcelona. No acerto, que envolve pagamentos de até 73 milhões de euros, o camisa 9 permaneceria na Baixada, mas a pressão dos representantes do jogador fez com que se acertasse a antecipação da ida ao Barça. Entretanto, o clube catalão precisa ter espaço em sua folha salarial para levar o atacante em janeiro, o que ainda não tem.

Vitor Roque no Athletico

Com isso, mesmo com toda a vontade do mundo, o Barcelona não terá permissão da La Liga, que gerencia o campeonato espanhol, para levar Vitor Roque no início do ano que vem. Assim, o camisa 9 segue no Athletico, e a expectativa de vê-lo em campo de rubro-negro em apenas mais quatro jogos muda para mais sete meses. Nesta semana, o diretor esportivo do Barça, o ex-jogador Deco, virá ao Brasil. Oficialmente para assistir a Brasil x Argentina pelas Eliminatórias, mas é possível que ele se reúna com Vitor ou com seus representantes para informar a situação do clube.

Sobre o tratamento, Vitor Roque vem se esforçando para voltar logo. O trabalho do atacante no departamento médico do Athletico é intenso, e a expectativa “ideal” seria que ele voltasse ao Furacão no dia 25, um sábado, contra o Vasco, na Ligga Arena. Mas talvez isto não aconteça, o que leva a expectativa para o dia 30, uma quinta, quando o Rubro-Negro encara o Cruzeiro no Mineirão. Sem o camisa 9, o aproveitamento atleticano é de 36,7%, com dez gols marcados em dez jogosNúmeros que ajudam a entender o tamanho da esperança que Vitor é neste momento.

Wesley Carvalho está acabando com sonho de libertadores no centenário do Athletico

Após mais um empate no Brasileirão – 1 a 1 com o Bahia – as chances de Libertadores (G6) do Athletico caíram para apenas 6%, de acordo com de acordo com o matemático Tristão Garcia, do site Infobola.

Sem vencer há cinco partidas, o Furacão segue na sétima posição, com 50 pontos, mas agora a seis pontos do Flamengo, atual sexto colocado, e do Atlético-MG, quinto colocado.

O time precisará de uma campanha de praticamente 100% de aproveitamento na reta final e ainda torcer por tropeços dos adversários diretos para alcançar a zona de classificação à primeira fase Libertadores, já que para a vaga direta a possibilidade é quase zero.

O Athletico quer utilizar agora a Data Fifa para ajustes e, principalmente, para a recuperação dos atletas. O elenco está de folga até quinta-feira (16). O próximo jogo do Furacão será contra o Vasco, daqui a 12 dias, no sábado (25), às 19h30, na Ligga Arena, pela 35ª rodada.