Neto não perdoa e detona dois jogadores convocados por Fernando Diniz: “É uma vergonha”

Craque Neto

Antes do aguardado confronto entre a seleção brasileira e a Venezuela pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, Neto, ex-jogador e comentarista esportivo renomado, mais uma vez expressou sua forte insatisfação com a situação da equipe nacional.

Em uma crítica contundente, Neto argumentou que a atual seleção brasileira é predominantemente influenciada pelos interesses da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), deixando de fora jogadores que, em sua opinião, mereciam uma chance.

Errou em convocar

Duas convocações específicas foram alvo da reprovação de Neto. David Neres, que atua no Benfica, e Matheus Cunha, que defende o Wolverhampton, foram convocados por Fernando Diniz e foram alvo de críticas do comentarista. Segundo Neto, essas convocações não refletem o melhor interesse da seleção brasileira.

No lugar de Neres e Cunha, Neto argumentou que jogadores como Bruno Henrique e Pedro, do Flamengo, e Hulk, do Atlético Mineiro, deveriam ter sido convocados. A ausência desses atacantes de destaque na lista de convocados levantou questionamentos sobre as decisões de Diniz.

“Em relação a seleção brasileira, aqueles que gostam, tá tudo bem. Eu não torço para a seleção brasileira da CBF. Eu torço pela seleção brasileira, para a camisa da seleção brasileira. Eu acho absurdo o que continuam fazendo com a seleção. Vai classificar para a Copa do Mundo, vai chegar nas quartas de final, mas é uma vergonha. É uma vergonha convocar David Neres e não convocar o Bruno Henrique, Hulk e o Pedro. Convocar o Matheus Cunha? Um gol. 14º colocado com o Wolverhampton na Premier League, e ele é convocado. Por que será? Alguém pode me responder?”, iniciou Neto em seu canal no YouTube.

Fernando Diniz não mudou a seleção

Neto também destacou que, quando Fernando Diniz assumiu o cargo de treinador da seleção brasileira, houve a expectativa de uma mudança significativa no time. No entanto, o ex-jogador observou que a situação permaneceu praticamente inalterada, sem inovações significativas em campo.

“O que se pensava era que o Fernando Diniz iria fazer tudo diferente, tá tudo igual.“, 

disse o apresentador.

Essas críticas de Neto refletem um debate em andamento sobre as escolhas de convocação da seleção brasileira e a direção em que o futebol nacional está se encaminhando. O confronto entre o Brasil e a Venezuela se torna ainda mais intrigante à luz dessas críticas, com os torcedores e observadores ansiosos para ver como a seleção se sairá e se as críticas de Neto terão algum impacto nas futuras convocações.

Júnior pede Tiquinho Soares, do Botafogo, na Seleção

Tiquinho Soares, do Botafogo, na Seleção Brasileira. Esse foi o pedido do comentarista Júnior, no programa “Seleção SporTV” desta quinta-feira, dia em que o Brasil enfrenta a Venezuela em Cuiabá pelas Eliminatórias da Copa do Mundo.

– Eu sempre defendo (Fernando Diniz), foi o único cara que fez alguma coisa diferente nesses últimos tempos. Ele não tem nada a perder, a partir do momento que o Carlo Ancelotti vier realmente para substituí-lo. Acho que ele só poderia fazer só uma experiência: qual o melhor centroavante brasileiro hoje? Tiquinho. Por que não? É o problema da idade? É outra história. Ele não está jogando melhor que Richarlison e todos esses caras? Bota ele na arena para saber qual a condição do cara – disse Júnior.

O ex-jogador lembrou que Seleção é momento e que a idade não atrapalha Tiquinho.

Será que daqui a três anos não dá pra ele? Claro que dá. Falo por experiência própria porque sofri esse preconceito duas vezes, em 90 e 94, o prazer de disputar outra Copa do Mundo. É o cara que precisa ter a oportunidade na Seleção. Ele encaixa perfeitamente naquilo que o Diniz quer, ele sai da área, sabe fazer o homem de frente, tem habilidade… Uma série de virtudes que se encaixa na frente. Nada contra quem está lá, até porque todos são feras, mas ele merece uma oportunidade nesse momento de experiências – finalizou.

Onde assistir Brasil x Venezuela pelas Eliminatórias

Brasil e Venezuela se enfrentam nesta quinta-feira (12), às 21h30 (de Brasília), na Arena Pantanal, em Cuiabá-MT, pela terceira rodada das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2026. Enquanto os brasileiros lideram a classificação, os venezuelanos sonham com uma inédita classificação para o maior evento do futebol mundial.

Para este jogo, a Seleção vem com desfalques em relação às primeiras rodadas das Eliminatórias. Renan Lodi e Raphinha, que foram titulares contra Bolívia e Peru, foram cortados por lesão. Em seus lugares, Fernando Diniz vai utilizar Guilherme Arana e Vini Jr, respectivamente. Devem ser as únicas mudanças feitas pelo treinador entre os 11 iniciais, que comandará a Amarelinha pela terceira vez.

Empolgada pelo aumento no número de vagas para a Copa do Mundo, a Venezuela encara o Brasil como “azarão”, mas confiante de que pode fazer um bom trabalho liderado pelo técnico Fernando Batista. O time vinotinto conta com nomes importantes como o veterano Rondón, do River Plate-ARG, e Soteldo, do Santos. Ambos devem ser titulares nesta quinta-feira (12).

BRASIL X VENEZUELA

Local: Arena Pantanal, em Cuiabá (MT)
Data e hora: 12/10/2023, às 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Kevin Ortega (PER)
Assistentes: Eduardo Cardozo (PER) e Milciades Saldivar (PER)
VAR: Carlos Orbe (EQU)
Onde assistir: Globo e SporTV

Confira a escalação oficial do Brasil contra a Venezuela

Fernando Diniz comandou o treino da seleção brasileira

A seleção brasileira está escalada para enfrentar a Venezuela, hoje (12), pela terceira rodada das Eliminatórias da Copa 2022. O jogo será na Arena Pantanal, em Cuiabá, a partir das 21h30 (de Brasília).

O que aconteceu

A formação escolhida pelo técnico Fernando Diniz traz pela primeira vez a presença de Vini Jr, Neymar e Rodrygo ao mesmo tempo, desde que o novo treinador assumiu o posto.

Em geral, Diniz mantém a base do Brasil que venceu os dois primeiros jogos, contra Bolívia e Peru.

Além da volta de Vini Jr, que perdeu a data Fifa anterior por lesão, o Brasil tem a entrada de Guilherme Arana na lateral esquerda como outra diferença na comparação com as formações iniciais anteriores.

O Brasil vai a campo com: Ederson, Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Guilherme Arana; Casemiro, Bruno Guimarães e Neymar; Rodrygo, Vini Jr e Richarlison.

Já a Venezuela, do técnico Fernando Batista, joga com: Romo; Alexander González, Osorio, Ángel e Makoun; Herrera, Rincón, Machís e Sosa; Córdova e Salomon Rondón.

Eles vão jogar de acordo com que o jogo pedir. Rodrygo tem característica para jogar na ponta, para jogar por dentro com aproximação. Ele vai ter muita liberdade para flutuar no campo, que é uma coisa que eu gosto. Depende do que o jogo pedir. Se o jogo pedir que ele fique mais aberto, ele vai ficar. Mas eles vão ter liberdade para se encontrar em outros setores do campo.

Fernando Diniz, técnico da seleção, na chegada ao estádio.

O que mais o técnico quer

Diniz quer uma seleção ofensiva, mas aponta que a Venezuela pode dificultar, como tem feito com outras seleções nestas Eliminatórias.

“A gente não acha que tem que fazer goleada. A Venezuela perdeu de 1 a 0 para a Colômbia em Barranquilla e ganhou do Paraguai, merecidamente. Teve um placar de 0 a 0 contra o Brasil (Copa América 2019). É um time que tem todo nosso respeito”, comentou o treinador.

ONU aprova plano do Brasil para criar ação global contra racismo no esporte

A ONU aprova um projeto do Brasil de criar um plano global para lutar contra o racismo e a discriminação no esporte. A iniciativa brasileira é resultado direto dos ataques sofridos por Vinicius Jr,, no campeonato espanhol. Mas ganhou força com o caso envolvendo o ex-presidente da Federação Espanhola de Futebol, que forçou um beijo em uma das jogadoras campeãs do mundo.

A proposta foi apoiada por todo o continente africanos e foi aprovada por consenso, nesta quinta-feira, no Conselho de Direitos Humanos da ONU.

O documento recomenda que a ONU inicie com o COI e a Fifa programas mundiais para erradicar o racismo e discriminação, usando inclusive a Copa do Mundo e a Olimpíada como vitrines para essas campanhas.

Uma das propostas é criar um certificado que seria dado a clubes e federações que cumpram com regras claras de combate ao racismo e à discriminação.

Uma das preocupações do Brasil era de que o texto não se transformasse em uma acusação contra a Espanha e, portanto, negociações ocorreram nos bastidores para que Madri também se sentisse confortável com o texto.

O documento destaca que os governos expressam:

A profunda preocupação com os incidentes passados e recentes de racismo e discriminação no esporte e em eventos esportivos e, nesse contexto, incentivam os órgãos dirigentes esportivos a combater o racismo, a discriminação racial, a xenofobia e a intolerância correlata, inclusive por meio de iniciativas antirracismo e do desenvolvimento e aplicação de códigos disciplinares que imponham sanções a esses atos.

O trabalho do Itamaraty começou depois da eclosão do caso de racismo contra o jogador do Real Madrid. Agora, o projeto coloca de forma permanente na agenda diplomática internacional a luta contra o racismo.

Com o caso envolvendo o beijo forçado do dirigente espanhol após a final da Copa do Mundo Feminina, a resolução ainda inclui uma referência direta à situação das mulheres.

No texto, os governos observam “com preocupação que as mulheres e meninas enfrentam formas múltiplas e agravadas de discriminação e violência de gênero no esporte e, portanto, reconhecem a necessidade imperativa de envolver as mulheres e meninas na prática do esporte para o desenvolvimento e a paz e, nesse sentido, dar boas-vindas às atividades que visam promover e incentivar tais iniciativas em nível global”

O projeto propõe 13 medidas:

  1. Luta pelo esporte sem racismo e discriminação: Reconhece o compromisso compartilhado com um mundo de esportes livre de racismo, xenofobia e intolerância, discriminação baseada em religião, e conclama todos os Estados a tomarem todas as medidas necessárias para esse fim;
  2. Combater a impunidade: aumentar a responsabilidade por crimes de motivação racial e discriminatório no esporte, e pede aos Estados a tomarem todas as medidas apropriadas para prevenir, combater e abordar de forma resoluta e eficaz todas as manifestações de racismo e discriminação em eventos esportivos, e para garantir que tais atos sejam tratados de forma apropriada para combater a impunidade..
  3. Ações contra ódio: combater atos de incitação à discriminação, ódio, hostilidade ou violência em todas as fases dos eventos esportivos e a necessidade de intensificar os esforços em todos os níveis, incluindo políticas, legislação, programas e campanhas em nível local e global
  4. Campanhas: iniciar campanhas nacionais e internacional de conscientização, com governos e federações esportivas nacionais, regionais e internacionais.
  5. Transparência: Convida os governos a incluir o tema em seus informes que devem ser apresentados para a ONU sobre a situação de direitos humanos em seus países.
  6. Troca de experiências: Incentiva os Estados a compartilharem experiências e melhores práticas no combate a todas as formas de racismo;
  7. Ação internacional: Pede que Grupo de Trabalho Intergovernamental sobre a Implementação Efetiva da Declaração e do Programa de Ação de Durban avalie a situação do esportes e racismo.
  8. Megaeventos: Pede que países anfitriões de grandes eventos esportivos, COI, Fifa e outras entidades usem os megaeventos como Copa e Olimpíada para desenvolver medidas concretas para prevenir o racismo.
  9. Ação da ONU: Pede que a ONU, Comitê Olímpico Internacional, Fifa e outras associações e federações esportivas internacionais, atuem para desenvolver medidas e programas que criariam um impacto duradouro dos megaeventos esportivos e contribuiriam para a prevenção e erradicação do racismo.
  10. Criar Códigos de Conduta e Certificado: Texto propõe que ONU se envolva com os órgãos esportivos internacionais para discutir e adotar medidas práticas destinadas a combater o racismo, a discriminação racial, a xenofobia e a intolerância no esporte, incluindo o desenvolvimento e a promoção de códigos de conduta contra o racismo no esporte e de certificados internacionais para clubes e associações esportivas que cooperem com programas destinados a erradicar tais fenômenos.
  11. Ações de base: Pede que governos, ONU e instituições esportivas implementem iniciativas de base destinadas a combater o racismo e a discriminação.
  12. Consulta: Solicita à ONU que organize uma consulta com Estados, associações esportivas, organizações da sociedade civil com o objetivo de identificar maneiras de fortalecer as ações nacionais de combate ao racismo e à discriminação.
  13. Inclusão na agenda da ONU: Pede que Alto Comissário de Direitos Humanos da ONU que prepare e apresente ao Conselho de Direitos Humanos, em 2024, um relatório sobre a implementação desta resolução.

Com ídolo do Athletico de titular, Brasil enfrenta Venezuela na Arena Pantanal para manter o 100% com Fernando Diniz

A seleção brasileira volta a entrar em ação pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo. A partir das 21h30 (horário de Brasília) desta quinta-feira (12), a equipe comandada pelo técnico Fernando Diniz mede forças com a Venezuela na Arena Pantanal, em Cuiabá, pela 3ª rodada da competição.

Após vencer os seus dois primeiros compromissos no torneio (por 5 a 1 sobre a Bolívia e por 1 a 0 diante do Peru), o Brasil tem como objetivo somar pontos que o permitam permanecer na ponta da classificação, que no momento divide com a Argentina (cada um com seis pontos).

Contando com um plantel renovado com jovens e promissores jogadores como Rodrygo, Bruno Guimarães (ídolo do Athletico e que dever ser titular hoje) e Vinícius Júnior, a equipe canarinho tem tudo para se classificar sem sustos para a próxima Copa.

Mesmo com pouco tempo de trabalho à frente da seleção brasileira, o técnico Fernando Diniz afirmou, em coletiva concedida na última quarta-feira (11), que já consegue ver a sua cara na seleção: “No sentido principal que é minha cara, acho que tem. Nos dois primeiros jogos, foi comprometido e solidário. Mais do que qualquer coisa tática, tem que ser solidário, que jogue junto, marque junto”.

Para esta partida o treinador será obrigado a fazer algo que não lhe agrada, mudar peças da equipe. Como não poderá contar com o lateral Renan Lodi e o atacante Raphinha, cortados por lesão, ele dará oportunidades na equipe titular a Guilherme Arana e Vinícius Júnior. Com isso, o Brasil deve ir a campo com: Éderson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Guilherme Arana; Casemiro e Bruno Guimarães; Neymar, Vinícius Júnior, Rodrygo e Richarlison.

Já a Venezuela busca surpreender e sair com um resultado positivo de Cuiabá. Com três pontos na tabela (conquistados sobre o Paraguai na segunda rodada), a equipe venezuelana sonha com uma vitória sobre a seleção brasileira.

Para tentar chegar ao triunfo, a Venezuela confia demais em atletas conhecidos do futebol brasileiro: Soteldo e Rincón, que atuam no Santos, Ferraresi, do São Paulo, e Savarino e Otero, ex-jogadores do Atlético-MG.

CBF bate o martelo sobre o novo técnico da seleção brasileira

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) definiu o novo técnico da seleção brasileira: será o italiano Carlo Ancelotti que, segundo informado pela transmissão oficial da partida, é dado como certa a sua chegada.

O detalhe, no entanto, segundo informações da Gazeta Esportiva, é o tempo que essa confirmação vai levar para acontecer. O multicampeão italiano tem contrato com o Real Madrid-ESP até junho do ano que vem. O profissional, em mais de uma oportunidade, confirmou que vai cumprir seu contrato.

A ideia da CBF, inclusive, é esperar o término do contrato do técnico com o time espanhol.

Técnico Carlo Ancelotti
Carlo Ancelotti | Foto: Reprodução/Twitter

O presidente da entidade, Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, exaltou Carlo Ancelotti. O mandatário rotulou o treinador como um dos melhores do mundo e revelou a preferência dos jogadores.

“Nós temos ele (Ancelotti) como um dos melhores treinadores de futebol do mundo. Não só por ser um vencedor em tudo aquilo que ele tem se colocado, mas ele também é, conforme as palavras de todos os atletas que jogam com ele, é a pessoa mais ideal, que gostariam de estar treinando de estar treinando e aprendendo com ele. É um grande gestor de grupos”, declarou o presidente.

“Os atletas que jogaram com ele tem saudades e elegem ele como melhor treinador que teve na carreira. Aqueles novos que ainda sonham crescer no futebol, gostariam de ter um treinador como Ancelotti”, continuou.

A expectativa é que Ednaldo Rodrigues realize um pronunciamento no final deste mês, mais precisamente dia 30 de junho, para revelar o acordo com Ancelotti e como funcionará este período de transição.

Sem técnico

A Seleção Brasileira não tem um técnico efetivo desde a saída de Tite após o fim da Copa do Mundo de 2022. No momento, a equipe é dirigida por Ramon Menezes, que comanda o sub-20.

Brasil vence Guiné por 4 a 1 em amistoso; Assista aos gols

Seleção brasileira goleou Guiné por 4 a 1 em amistoso internacional disputado na  tarde deste sábado (horário de Brasília) no Estádio Cornellà-El Prat, em Barcelona, na Espanha. Gols no fim da matéria.

Os gols foram marcados pelo estreante Joelinton, Rodrygo, Éder Militão e Vini Jr – que vestiu a camisa dez e foi aplaudido em pé no fim do jogo. Guirassy descontou para a seleção africana, 79ª colocada no ranking da FIFA – o Brasil é o 3º no mesmo ranking, liderado pela Argentina.

A partida em solo espanhol foi marcada por manifestações antirracistas. A Seleção atuou durante o primeiro tempo com um uniforme predominantemente preto. Na etapa final, a equipe utilizou a tradicional camisa amarelo canarinho.

A alusão à luta contra o racismo ocorre após sucessivas agressões contra o atacante Vini Jr, do Real Madrid, em La Liga, o Campeonato Espanhol. Desde então, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) promove uma série de ações no combate ao crime praticado em estádios.

Apesar do cunho de combate à discriminação racial do amistoso, inacreditavelmente membro do staff de Vini Jr relatou um suposto caso de racismo protagonizado por um segurança, que teria mostrado uma banana.

Vitória pós-Copa

Essa foi a primeira vitória do Brasil desde a eliminação para a Croácia na Copa do Mundo do ano passado.

Após a queda no Mundial disputado no Catar, ainda na fase de quartas de final, a Seleção encarou Marrocos, também em jogo amistoso, e perdeu por 2 a 1.

Contra Guiné, o técnico Ramon Menezes, que comanda a Seleção Sub-20 e interinamente o grupo principal, levou a campo Ederson; Danilo, Éder Militão, Marquinhos e Ayrton Lucas; Casemiro, Joelinton, e Lucas Paquetá; Vini Jr, Rodrygo e Richarlison.

Ainda dentro da Data FIFA, o Brasil encara Senegal na próxima terça-feira (20), às 16h (de Brasília). A partida contra a seleção africana acontece no estádio José Alvalade, em Lisboa, Portugal.

ASSISTA AOS GOLS

Problema pode impactar Weverton na Seleção Brasileira

O goleiro Weverton, da SE Palmeiras, em jogo contra a equipe do Fluminense FC, durante partida válida pela quinta rodada, do Campeonato Brasileiro, Série A, na arena Allianz Parque.

A mudança da CBF sobre as Datas FIFA, que agora garante a paralisação do calendário brasileiro, pode novamente reunir os torcedores dos clubes com a Seleção. A imagem da Pentacampeã do Mundo vinha estremecida dentro do próprio país e a forma como as equipes eram desfalcadas, afetava diretamente nisso. Agora, além disso não ser mais um problema, o apaixonado pelo Palmeiras deve ganhar um motivo extra para assistir o amistoso entre Brasil e Guiné.

Isso porque o goleiro Weverton pode ser titular da Amarelinha no jogo que será realizado neste sábado (17), às 16h30. Porém, as chances do alviverde jogar veio a partir de uma lesão no elenco. A CBF confirmou horas antes do duelo que Alisson não estará à disposição de Ramon Menezes por um trauma no dedo mindinho da mão esquerda. Segundo o Globo Esporte, o arqueiro palmeirense é o favorito para assumir a posição.

Caso a presença de Weverton seja realmente confirmada na hora do confronto com os africanos, ele pode ser o segundo atleta que atua no Brasileirão a ser titular no amistoso. Além dele, o lateral-esquerdo Ayrton Lucas, do Flamengo, deve ganhar a oportunidade após impressionar nos treinos. O outro reserva no gol, Ederson vem realizando atividades a parte na Seleção.

Um outro fator que pode ajudar Weverton a começar no jogo é a confiança que Ramon Menezes tem por ele. O goleiro já atuou com o treinador no amistoso contra Marrocos, no início do ano. Se soma a isso tudo também o fato de Ederson ter atuado a temporada europeia inteira, chegando à final da Champions League com o Manchester City, quando foi campeão do continente. A notícia triste para Alisson, acabou animando a torcida do Palmeiras, que deve assistir o ídolo mais uma vez em campo com a Seleção.

Seleção brasileira terá mais uma novidade na escalação contra Guiné

A seleção brasileira vai ter um importante desfalque no amistoso contra Guiné, neste sábado, em Barcelona. O experiente goleiro Alisson deixou as atividades de sexta-feira após sofrer uma pancada na mão esquerda, acordou com dores e acabou cortado do jogo. Não deve ser problema, contudo, para terça-feira, quando a equipe nacional encara Senegal, em Portugal.

Alisson se machucou já no fim das atividades de sexta. Ele deixou o campo para a entrada do palmeirense Weverton, que deve ser o escolhido para encarar Guiné nesta tarde. Ederson, campeão da Liga dos Campeões com o Manchester City deve ficar na reserva.

“O goleiro Alisson sofreu um pequeno trauma no dedo mindinho da mão esquerda durante o treino de sexta-feira (16) da seleção brasileira. Por isso, não terá condições de enfrentar a seleção de Guiné, neste sábado, em Barcelona. Ele acordou com um pouco de dor no local”, informou a CBF.

O goleiro não será cortado, porém, e já teve a viagem com o grupo para Lisboa confirmada pela entidade. Na terça-feira, o Brasil encara Senegal no Estádio Alvalade, e Alisson tem tudo para retomar a condição de titular caso não sinta mais dores.

Sem Alisson, a seleção deve ir a campo com Weverton; Danilo, Éder Militão, Marquinhos e Ayrton Lucas; Casemiro, Joelinton e Lucas Paquetá; Rodrygo, Vin Júnior e Richarlison. A tarja de capitão estará no braço do volante do Manchester United e o amistoso servirá de alerta contra o racismo.