Janaina Xavier responde críticas de Ana Thaís Matos sobre Cuca

A jornalista Janaina Xavier expressou seu descontentamento em relação ao posicionamento de Ana Thaís Matos sobre o pronunciamento de Cuca.

Atualmente atuando como assessora do treinador, Janaina, que antes era apresentadora do Grupo Globo, utilizou suas redes sociais para manifestar sua insatisfação com os comentários feitos por Matos sobre o caso.

No último dia 11, Ana Thaís Matos criticou a comoção de alguns internautas em relação às declarações do técnico do Athletico e sugeriu que a “bandeira branca em leitura de papel” não traz benefícios para o futebol brasileiro.

Sem mencionar diretamente o nome de MatosJanaina Xavier expressou sua indignação com o posicionamento da comentarista, acusando-a de não se importar com a causa feminista e de buscar apenas engajamento.

A polêmica com o técnico Cuca

Em sua declaração, Xavier sugeriu que Ana Thaís Matos busca apenas reconhecimento e não está verdadeiramente comprometida com a causa feminista e com a busca por transformação social.

Ana Thaís Matos foi criticada pela ex-colega Janaina Xavier
Foto: Reprodução SporTV/YouTube

Afirmou que Matos utiliza a pauta apenas como meio de promoção pessoal, desconsiderando o real impacto e significado das questões levantadas.

Cuca, técnico do Athletico-PR, fez um longo pronunciamento sobre sua condenação por estupro na Suíça em 1987após a vitória de sua equipe por 6 a 0 sobre o Londrina, no domingo (10).

O treinador, que teria estuprado uma adolescente de 13 anos durante uma excursão no país europeu, teve sua condenação anulada pela Justiça em janeiro deste ano, devido a uma falha na condução jurídica do caso.

Próximo compromisso do Athletico-PR

Janaina Xavier, que trabalhou na Globo por 23 anos e atuou em diversas funções, incluindo repórter e apresentadora, decidiu deixar a emissora após sua licença maternidade para iniciar uma nova fase em sua carreira.

Atualmente, além de atuar como assessora, ela é empreendedora e comanda sua própria empresa de assessoria, além de participar como apresentadora de eventos.

Furacão vai enfrentar o Operário de Ponta Grossa pela semifinal do Campeonato Paranaense. O vencedor do confronto decide a competição contra o vencedor do duelo entre Coritiba e Maringá.

A temporada do Athletico-PR está recheada de competições em 2024. Além do Campeonato Paranaense, os comandados de Cuca vão disputar o Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil e a Copa Sul-Americana.

FPF divulga datas e horários das semifinais do Paranaense 2024

A Federação Paranaense de Futebol (FPF) definiu, nesta terça-feira (12), as datas e os horários das semifinais do Campeonato Paranaense 2024. As partidas de ida e volta terão intervalos de 10 dias por conta Data Fifa de março.

Athletico e Operário duelam de um lado, enquanto Coritiba e Maringá se enfrentam do outro em busca da final. A dupla Atletiba começa atuando fora de casa e decide em Curitiba pelas melhores campanhas na primeira fase.

O Fantasma recebe o Furacão no sábado (16), às 16h, no Germano Krüger, em Ponta Grossa. A volta será na quarta-feira (27), às 20h, na Ligga Arena.

O Maringá, por sua vez, joga contra o Coxa no domingo (17), às 19h30, no Willie Davids, na cidade canção. A segunda partida será no Couto Pereira, na quinta-feira (28), às 20h.

As semifinais têm o mesmo regulamento das quartas de final. Quem somar mais pontos ao fim dos dois jogos, se classifica. Em caso de dois empates, a disputa será no pênaltis. O gol fora não é critério de desempate. A grande novidade da fase será a utilização do árbitro de vídeo pela primeira vez nesta edição.

Semifinais do Paranaense definidas:

  • Operário x Athletico – sábado (16), às 16h, no Germano Krüger;
  • Athletico x Operário – quarta-feira (27), 20h, na Ligga Arena;
  • Maringá x Coritiba – domingo (17), às 19h30, no Willie Davids;
  • Coritiba x Maringá – quinta-feira (28), às 20h, no Couto Pereira.

Zagueiro do Athletico é CEO de equipe de eSports

O zagueiro Kaique Rocha, do Athletico Paranaense, anunciou qual será o futuro do Team Vikings, plataforma de eSports no qual é CEO. A equipe passará a disputar Counter-Strike 2 com o novo nome Vikings KR.

CS2 é um jogo tático multijogador de tiro em primeira pessoa. Ele é a sequência do Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO), produzido pela Valve. No time, além de Kaique Rocha, juntam-se: JLK, Realz1n, Lucas Holanda, Victor Monteiro, Italo “ksloks” meinberg e Xamp.

“É uma nova fase, nos preparamos muito para esse lançamento. Estivemos fora do cenário, mas não parador e sim com um planejamento forte e audacioso. Tenho certeza de que com esse time que montamos, estaremos ainda mais ligados e prontos para novas conquistas”, disse Kaique Rocha.

O Team Vikings foi lançado em 2020, inicialmente jogando Fortnite. Após isso, passou por Valorant e Valorant PT. Entre os títulos, estão dois títulos de Champions Brasil, além de classificação para dois mundiais.

Kaique Rocha tem 23 anos e é natural de Taboão da Serra (SP). Boa parte do seu processo de formação na equipe do Santos. Após o Peixe, passou dois anos na Sampdoria, da Itália, atuou mais dois anos emprestado ao Internacional e chegou em 2023 para o Athletico.

A participação de Kaique Rocha não interfere em seus compromissos profissionais com o Furacão.

Goleada do Athletico supera o Atletiba e registra maior público pagante no Paraná em 2024

A goleada por 6 a 0 do Athletico Paranaense sobre o Londrina, nesse domingo (dia 10), pelas quartas de final do Campeonato Paranaense, registrou o maior público do futebol paranaense em 2024. Foram 33.514 torcedores na Arena da Baixada para ver a estreia do técnico Cuca. A marca supera o Atletiba, que registrou 22.439 pagantes no Couto Pereira.

Nesse caso, só foram considerados os jogos com a presença de pagantes – sócios e torcedores que compraram ingressos. Não foram consideradas as partidas com restrição de público e com punições da Justiça Desportiva.

Nas primeiras rodadas do Paranaense 2024, a Arena da Baixada recebeu 33.311 pessoas contra o Galo Maringá e 34.356 contra o Maringá. Esses jogos seriam com “portões fechados”, devido a punição do TJD-PR pela violência no Atletiba de fevereiro de 2023.

No entanto, o próprio Tribunal alterou a pena e permitiu o acesso de mulheres, crianças (até 12 anos) e pessoas com deficiência (homens e mulheres). O público fez a doação de 1 kg de alimento para entrar no estádio do Athletico. Esses dois jogos não foram considerados para calcular a média de público pagante, porque não houve venda de ingressos e porque existia restrição para uma parte da torcida.

Atacante faz ‘cavalgada’ em adversário em lance bizarro no RN; veja vídeo

Um lance bizarro atraiu os holofotes no jogo entre Baraúnas e América-RN, pela primeira rodada do segundo turno do Campeonato Potiguar. Aos 28 minutos da etapa final, o atacante Léo Bahia fez uma tentativa de travar a bola com o zagueiro Rafael Jansen, subiu nas costas do adversário e “cavalgou”.

Lance bizarro durante jogo entre Baraúnas e América-RN – Foto: Reprodução / Band RN

O episódio na Arena das Dunas causou irritação ao jogador do América, que deu um empurrão no atacante. Assim, deu-se início a uma confusão generalizada. O árbitro Alciney Santos de Araújo não quis saber de conversa e aplicou cartão vermelho aos dois atletas.

Houve repercussão em tom de brincadeira nas redes sociais. “Vai no cavalinho” e “Segura, peão” foram algumas das zoações escritas por torcedores. Além disso, perfis de futebol e humor também fizeram o compartilhamento do lance.

Maiores artilheiros do Athletico-PR: veja lista e número de gols

Completando 100 anos de existência em 2024, o Athletico é um dos grandes clubes do futebol brasileiro. Com grandes conquistas nos últimos anos, o Furacão se tornou um dos times mais relevantes no cenário atual, mas sua história também é gloriosa. Conheça os dez maiores artilheiros da história da equipe.

Os maiores artilheiros da história do Athletico-PR

  1. Sicupira: 157 gols
  2. Jackson: 143 gols
  3. Kleber Pereira: 124 gols
  4. Marreco: 115 gols
  5. Cireno: 114 gols
  6. Valter: 106 gols
  7. Paulo Rink: 80 gols
  8. Guará: 76 gols
  9. Alex Mineiro: 65 gols
  10. Adriano Gabiru: 65 gols

Dez nomes que estão definitivamente na história do Furacão por seus gols e títulos conquistados com a camisa rubro-negra. Conheça a história dos grandes artilheiros da história do Athletico.

1. Sicupira (1968-1976) – 157 gols

Um dos maiores jogadores da história do Furacão. Para muitos, o melhor que já vestiu a camisa do clube paranaense. O craque da camisa 8 teve duas passagens pelo Athletico e foi campeão paranaense em 1970.

2. Jackson (1944-1950; 1953-1954) – 143 gols

Artilheiro do Campeonato Paranaense de 1953 com 21 gols marcados, Jackson foi campeão da mesma competição como jogador e técnico. Em 1945 e 1949 dentro do gramado, em 1958 no comando técnico do clube. Também nascido em 1924, o meia é apenas cinco meses mais novo do que o Athletico Paranaense.

3. Kleber Pereira (1999-2002) – 124 gols

Chegou ao Athletico Paranaense em 1999 já sendo decisivo, marcando 18 gols na seletiva para a Copa Libertadores. Dois anos depois, foi um dos principais nomes do primeiro grande título do Furacão, o Campeonato Brasileiro de 2001. Além disso, é tricampeão paranaense, conquistando os títulos de 2000, 2001 e 2002.

4. Marreco (1924-1934) – 115 gols

Meia-direita, era reconhecido por sua valentia dentro de campo, além de gritar muito dentro de campo. Chutador nato, foi um dos primeiros ídolos do Furacão, por jogar no clube desde o ano de sua fundação. Foi quatro vezes campeão paranaense: 1924, 1929, 1930 e 1934.

5. Cireno (1942-1952) – 114 gols

Tetracampeão do Campeonato Paranaense, o ponta-esquerda jogou pelo Furacão por dez anos e fez parte do título de 1949, uma taça histórica, que deu o apelido de Furacão ao Clube Athletico Paranaense.

6. Valter (1962-1966) – 106 gols

Um dos maiores destaques num período difícil da história athleticana, Valter não conquistou títulos, mas fez muitos gols e deixou seu nome na história do Furacão.

7. Paulo Rink (1990-1997; 2007) – 80 gols

Formado na base do clube paranaense, fez história ao lado de Oseás na Série B de 1995 – o primeiro título nacional da história do Furacão. Vendido ao Bayer Leverkusen, se naturalizou alemão e foi o primeiro brasileiro a vestir a camisa da Alemanha, sendo convocado em 13 oportunidades. Se aposentou em 2007, aos 34 anos, atuando pelo Athletico.

8. Guará (1945-1952) – 76 gols

Centroavante do histórico time de 1945, Guará se consagrou com a camisa do Furacão após marcar quatro gols num único Atletiba. A partir de 1952, já no final da carreira, passou por uma situação curiosa: virou zagueiro e assim jogou até 1954, quando pendurou as chuteiras.

9. Alex Mineiro (2001-2003; 2007; 2009-2010) – 65 gols

Grande herói do título brasileiro de 2001, Alex Mineiro sempre foi reconhecido pelo seu faro de gol diferenciado. Além do título nacional, conquistou mais dois títulos com a camisa do Furacão: o Campeonato Paranaense daquele mesmo ano e o Supercampeonato Paranaense de 2002.

10. Adriano Gabiru (1998-2004) – 65 gols

Meia de ligação, Adriano chegou ao Furacão em 1998, vindo do CSA-AL. Desenvolveu como jogador, foi um dos pilares do time campeão brasileiro de 2001 e virou Adriano Gabiru por conta de seu colega Flavio, goleiro da equipe à época. Além do título nacional, conquistou quatro Campeonatos Paranaenses.

Cuca elogia Osorio, mas cita “feijão com arroz” em goleada do Athletico

Cuca como técnico do Athletico

Cuca afirmou que promoveu o básico na goleada do Athletico por 6 a 0 sobre o Londrina, jogo que marcou a estreia do novo comandante. Após a derrota por 1 a 0 na ida, o Furacão precisava de uma vitória de dois gols de diferença para avançar à semifinal do Campeonato Paranaense.

“Procurei dar para a equipe um feijão com arroz, que o jogador na sua posição rendesse o mais básico possível. Com o tempo você pode ter outros esquemas, mas precisa treinar para ter outras alternativas táticas”, disse o treinador em coletiva à imprensa.

Questionado sobre as diferenças no estilo de jogo proposto pelo antecessor Juan Carlos Osorio, Cuca elogiou o colombiano. Segundo o brasileiro, a proposta de Osorio demora mais tempo do que ele teve para ser eficaz.

“O Osorio tem ideias inovadoras. Estava jogando com um losango no meio. Era interessante, mas é um sistema que exige maior tempo para surtir efeito. O europeu usa muito também. Com certeza trouxe de lá e é um grande treinador”, avaliou. 

Cuca quer entrosamento dos atletas

O técnico rubro-negro havia dito que quer criar um ambiente de família no grupo do Athletico, já que os atletas convivem muito diariamente. Cuca citou Palmeiras, Flamengo e Atlético-MG como clubes que estão à frente do Furacão e justificou que essas equipes tiveram menos contratações.

“Conversei com os jogadores a respeito disso. O campeonato é uma família contra a outra e a gente vê essa união crescendo. Temos oito jogadores diferentes. Se colocar que isso é 30% do elenco, não vai ter entrosamento necessário para medir forças. Você vai precisar de treinamentos, jogos”, finalizou.

Com Cuca, o Athletico agora aguarda pelo vencedor do duelo entre Operário x Azuriz para conhecer o adversário da semifinal. O jogo acontece nesta segunda (11), às 20h, em Ponta Grossa, após o empate por 0 a 0 na ida;

Vídeo Completo de Cuca falando sobre condenação na Suíça e pedindo desculpas às mulheres

Cuca em primeira coletiva de imprensa após assumir cargo de técnico no Athletico

Cuca fez sua estreia como técnico do Athletico-PR neste domingo em goleada por 6 a 0 sobre o Londrina pelas quartas de final do Campeonato Paranaense. Após o duelo, o treinador foi à coletiva de imprensa e leu uma carta para falar sobre a anulação de sua condenção por estupro e se comprometer com uma mudança de mentalidade após entender o que a sociedade espera dele.

Ele abordou o tema da violência sexual em função do ressurgimento da discussão do caso ocorrido na Suíça, na década de 1980, após retornar ao futebol.

Vídeo do Depoimento

Depoimento na Íntegra

“Confesso para vocês que estou nervoso. É um tema muito sério, muito importante.

Escrevi para não correr o risco de errar, porque não sou bom com palavras, sou muito “boleirão”. Queria falar sobre os últimos meses que eu tenho vivido. Há quase um ano eu sai do Corinthians e vocês podem imaginar o que estou passando e o quanto estou refletindo. Antes de falar, precisei escutar minha esposa, minhas filhas. Escrevi esse texto com a ajuda delas. Porque ainda não me sinto com conhecimento suficiente para falar sobre algo tão forte. Por elas e por todas eu escrevi e não quero errar.

Tenho escutado as opiniões e tentado entender o meu papel. No começo do ano li uma coluna da Milly Lacombe, da UOL, em que ela disse que isso não era sobre mim. Eu entendi o que ela quis dizer. Não é SÓ sobre mim, mas é sobre mim também. Eu escolhi me recolher durante muito tempo, mas consegui seguir a minha vida, enquanto uma mulher que passa por qualquer tipo de violência não consegue seguir a vida dela sem permanecer machucada, carrega o impacto para sempre. Eu consegui seguir minha vida. O mundo do futebol e o mundo dos homens nunca tinha me cobrado nada, mas o mundo está mudando e eu acho que é para melhor.

Não adianta eu ser um grande treinador, esposo, pai, avô, irmão, se eu não entender que o mundo é mais do que o futebol e que eu faço parte dessas coisas. Eu enxergava os problemas, mas me calei porque a sociedade permitia que eu, como homem, me calasse. Hoje entendo que o silêncio soa como covardia. Tenho buscado ouvir mais, entender mais, aprender mais.

Não posso mudar o passado. Muitos homens agora me escutam e são capazes de olhar para o passado para rever suas atitudes. Sabemos que o mundo é um lugar diferente para os homens e mulheres, e quando enxergamos isso podemos até resistir, mas as coisas começam a mudar. Só que mudanças honestas e verdadeiras levam tempo, exigem dedicação, estudo, são dolorosas e desafiadoras.

A realidade tem que ser transformada para que o mundo seja um lugar mais seguro para as mulheres. O mundo do futebol ainda é um mundo de muito preconceito. Entendi que quando me cobram não é só sobre mim, é sobre a forma como tratamos as mulheres. Não estou falando isso como fala isolada para agradar alguém, ou da boca para fora. Se fosse assim teria me manifestado antes. Falo isso de coração.

Quero e me comprometo a fazer parte da transformação. Vou fazer isso com o poder da educação. Quero ajudar. Quero jogar luz, usar a voz que tenho para, ao mesmo tempo que me educo, educar também outros homens, principalmente os jovens que amam futebol. Sucesso repentino é desafio. Muitos se perdem pelo caminho com fama e dinheiro. Somos levados a acreditar que podemos tudo, inclusive desrespeitar as mulheres. Precisamos dar aos mais novos a oportunidade de não errarem como tantos de nós erramos. É ali que podemos sensibilizar, colocar para pensar, orientar. Sucesso, dinheiro e fama não servem para nada se você se perder no caminho.

Eu pensei que eu estava livre da minha angústia quando solucionei meu problema com a anulação do processo e a indenização. Mas entendi que não acabou porque não dependia apenas da decisão judicial, mas que eu precisava entender o que a sociedade esperava de mim. O que vocês vão ver de mim daqui para frente não serão palavras, serão atitudes. Mas obrigada por me ouvirem hoje.”

O caso envolvendo Cuca

Em 1987, ainda quando era jogador do Grêmio, Cuca e outros três atletas – Henrique Etges, Eduardo Hamester e Fernando Castoldi – foram detidos na Suíça por uma acusação de relação sexual com uma menor de idade sem consentimento.

Eles pagaram fiança e deixaram a cadeira. Dois anos depois, Cuca, Henrique e Eduardo foram condenados a 15 meses de prisão pelos crimes de coação e ato sexual com menor. Fernando foi condenado por coação. Eles estavam no Brasil e não cumpriram a pena.

No ano passado, Cuca pediu anulação do caso alegando que o julgamento de 1989 ocorreu à revelia, sem a presença da defesa.

O tribunal da Suíça anulou o caso por esse erro no processo, mas não entrou no mérito do julgamento que ocorreu décadas atrás. Cuca foi indenizado em 9,5 mil francos suíços (cerca de R$ 50 mil).

Assista aos Gols: Athletico faz 6 a 0 no Londrina na estreia de Cuca e avança à semifinal do Paranaense

Athletico em vitória contra o Londrina por 6 a 0

O Athletico, que teve a invencibilidade de dois anos no Campeonato Paranaense quebrada domingo passado, quando perdeu para o Londrina por 1 a 0 no Estádio do Café, deu o troco na noite deste domingo, 10, goleando o mesmo Londrina por 6 a 0 e confirmou a vaga na semifinal. Ao Tubarão coube entender que o segundo jogo em um mata-mata não tem muito a ver com o primeiro; segundo, que o Athletico é outro jogando na Arena da Baixada empurrado por mais de 33 mil torcedores; e, terceiro: quem estava no banco era o Cuca e não o Osório. Os vídeos dos gols estão no fim da matéria.

Após ter perdido o primeiro jogo por 1×0, o Rubro-Negro dominou o jogo desde o início e atropelou o Tubarão. A partida marcou a estreia de Cuca no comando técnico atleticano. Erick (duas vezes), Christian, Mastriani, Canobbio e Pablo marcaram os gols do passeio do Athletico.

Agora, o Athletico aguarda o seu adversário na semifinal, que sai do confronto entre Azuriz x Operário, nesta segunda-feira, 11, às 20 horas, em Ponta Grossa. Na ida, os times empataram em 0x0, e uma nova igualdade leva a decisão para os pênaltis.

A Federação Paranaense de Futebol ainda confirmará as datas das semifinais. Líder da primeira fase, o Rubro-Negro decidirá a classificação dentro da Ligga Arena.

Vantagem durou só 20 minutos

A vantagem que o Londrina levou para a Ligga Arena por ter vencido o jogo da ida durou só alguns minutos após o início do jogo. Dominando o jogo desde o início, o Furacão pressionou e saiu na frente aos 20 minutos, com Erick, que deu um lindo toque de calcanhar após cobrança de escanteio.

O mesmo toque de Erick que mandou a bola para o fundo da rede, mandou também embora a vantagem que o Londrina teve até ali. A partir daí estava tudo igual, mas o ‘tudo igual’ durou pouco. Logo na sequência, mais um golaço: Christian recebeu de Mastriani, driblou o defensor e, de cobertura, tirou com muita categoria do goleiro Neneca: 2×0.

A partir do segundo gol, a vantagem passou para o Athletico, mas, ao invés de partir para cima, o Tubarão não esboçou reação e foi para o intervalo em apuros.

O Athlético de Cuca joga simples

Quem esteve na Ligga Arena ou acompanhou pela televisão pode testemunhar que o Athletico de Cuca é muito diferente do Athletico de Juan Carlos Osório, que perdeu o cargo após a derrota para o Londrina, na semana passada. Agora era possível ao espectador entender qual estava sendo o papel de cada jogador em campo, diferente de antes, quando nem os jogadores sabiam qual era seu papel.

Na volta para o segundo tempo, Athletico mostrou que não ia se acomodar com a vitória parcial. Com apenas 30 segundos da etapa final, Christian encontrou Mastriani na área, e o atacante cabeceou no canto, sem chances de defesa: 3×0.

E o Athletico acelerou ainda mais. Após erro de Darlan, Mastriani serviu Canobbio, que apenas completou para o gol: o quarto. Segundos depois, foi a vez de Canobbio ser o garçom. O uruguaio cruzou para Erick marcar o seu segundo e o quinto do Rubro-Negro: 5×0, um atropelo.

E não parou por aí. Neneca entregou de presente para Fernandinho, que deixou Pablo na cara do gol, e o atacante não perdoou: o sexto do Furacão. A partir daí, bastou ao Athletico administrar o tempo e comemorar a classificação e a sua melhor atuação da temporada.

Assista aos Gols

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Athletico divulga escalação oficial para enfrentar o Londrina

OFICIAL: A escalação do Athletico pro jogo de hoje (10/03), contra o Londrina pelo jogo de volta das quartas de final do paranaense é:

Defesa: Bento, Madson, Thiago Heleno, Kaique Rocha e Felipinho
Meio: Erick, Fernandinho, Christian e Zapelli;
Ataque: Canobbio e Mastriani.

Nas ausências de Esquivel e Fernando (ambos ainda voltando de lesão), o técnico Cuca opta por iniciar com Felipinho na lateral esquerda. O jogador já fez essa função na Ponte Preta.

Live Pré-Jogo